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Início > Textos > Categoria > Imóveis Arrendamento > O que devo saber ao alugar uma casa para as minhas férias

O que devo saber ao alugar uma casa para as minhas férias

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O que devo saber ao alugar uma casa para as minhas férias

Muitos de nós, chegado o tempo de férias, opta por arrendar uma casa em vez de escolher um qualquer hotel para se instalar. Seja por um curto período ou mais alargado, não nos devemos esquecer, contudo de que há direitos e deveres que deverão ser respeitados.

Quando o arrendamento for por um pequeno período de tempo, com por exemplo, uma ou duas semanas, não há necessidade de um contrato que não seja o verbal, o que não impede que opte por um contrato escrito. Caso se decida por esta última situação, deverá fazer constar no documento a identificação do senhorio e do inquilino, a duração do arrendamento, o estado de conservação do imóvel e tudo aquilo que o inquilino poderá usufruir no interior do imóvel. O contrato chega ao fim ao chegar-se à data estipulada no mesmo , sem necessidade de cumprir mais formalidades.

O contrato deverá ser sempre escrito quando se opte por arrendar um imóvel de férias por um período superior a seis meses. O documento deverá fazer referência de queo objectivo do arrendamento é para uma habitação para fins secundários, como férias, feriados e fins de semana. O contrato deverá referir também se a casa se encontra mobilda, para que assim o inquilino se torne responsável pela mobília e por todo o equipamento que lá dentro se encontre, estando obrigado a preservar e a reparar tudo aquilo que venha a danificar. Se pretender substituir alguma mobília, deverá fazer uma comunicação ao senhorio, guardá-la em boas condições e repô-la quando deixar a casa.

Quando desejar terminar o contrato, deverá comunicar a sua intenção através de carta registada com aviso de recepção e respeitar a antecedência mínima: um terço do prazo, se o contrato tiver uma duração inferior a 3 meses; 30 dias, se o mesmo durar entre 3 meses e 1 ano; 60 dias, se durar entre 1 e 6 anos; e 6 meses, se o prazo de arrendamento for igual ou superior a 6 anos. Se estes prazos não forem respeitados, o contrato renova-se automaticamente, por igual período.

Tal como o arrendamento para habitação permanente, o senhorio é obrigado a declarar as rendas nas finanças. Já o inquilino não tem de declarar os montantes gastos, não podendo deduzir as rendas que pagar.



Catarina Bandeira

Título: O que devo saber ao alugar uma casa para as minhas férias

Autor: Catarina Bandeira (todos os textos)

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Comentários     ( 5 )    recentes

  • SophiaSophia

    05-05-2014 às 06:14:34

    A Rua Direita recomenda que sempre faça um contrato por escrito e nada deverá ser verbal. Mesmo que seja uma pessoa familiar ou se vais passar pouco tempo.

    ¬ Responder
  • nilza

    12-09-2013 às 18:34:52

    Tenho uma casa que aluguei sem fazer contrato em cartorio fis um contrato o qual eu e o meu inquilino assinamos isso por cinco anos,agora faz dois anos que eles estão na casa e preciso desta casa pra minha filha morar pois ela tem tres filhos pequeno e o marido esta desempregado e nao podem pagar aluguél estou desesperada posso pedir a casa por favor me responda preciso que me ajudem obrigado

    ¬ Responder
  • nilza

    12-09-2013 às 18:32:48

    Tenho uma casa que aluguei sem fazer contrato em cartorio fis um contrato o qual eu e o meu inquilino assinamos isso por cinco anos,agora faz dois anos que eles estão na casa e preciso desta casa pra minha filha morar pois ela tem tres filhos pequeno e o marido esta desempregado e nao podem pagar aluguél estou desesperada posso pedir a casa por favor me responda preciso que me ajudem obrigado

    ¬ Responder
  • magda soares martins

    01-09-2013 às 02:49:25

    Aluguei um apartamento com contrato de seis meses vencido o contrato pedi o imóvel por ordem verbal pois estou precisando do apartamento para morar a inquilina não quer entregar e não está pagando mais o aluguel. Segundo a mesma tem o direito de ficar pois tem uma filha de 8 anos de idade e que tem direito de ficar por três meses sem pagar.

    ¬ Responder
  • Claudio

    21-04-2013 às 11:30:14

    Aluguei um imóvel e fiz uso dele 2 anos , quando fiz a entrega do imóvel tive q pinta-lo todo por dentro e fazer alguns reparos pois bem , foi feita a vistoria do imóvel pela a imobiliária , tudo certo entrega das chaves contas pagas , passado 2 meses a imobiliária entrou em contato comigo e quer que eu faça um monte de consertos no imóvel sendo q tem coisas q são frutos de tempo de uso , o que eu faço ? desde agradeço

    ¬ Responder

Comentários - O que devo saber ao alugar uma casa para as minhas férias

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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