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Os 10 clubes mais ricos do Mundo

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Desporto
Comentários: 1
Os 10 clubes mais ricos do Mundo

Comecemos por falar do clube mais rico do da Mundo, nem mais nem menos o poderoso e galáctico F.C.Real Madrid, com 365,800 milhões de euros de receitas, fundado a 6 de março de 1902 e com o seu famoso Estádio Santiago Bernabéu com capacidade para 80.000 espetadores, é assim considerado então o clube mais rico do Mundo, seguido do clube inglês Manchester United com 324,800milões de euros de receitas, fundado a 1878, com o seu conhecido e bonito Estádio Old Trafford com capacidade para 75,765 mil espetadores é assim, considerado o 2º clube mais rico do Mundo, e em “último” do pódio é o temível e grandioso F.C. Barcelona com 308.800 milhões de euros de receitas, fundado em 29 de novembro de 1899, jogando no seu enorme Estádio, Camp Nou, com capacidade para 120.000 espetadores é assim o 3º clube mais rico a fechar o pódio.

Já fora do pódio temos em 4º lugar o F.C. Bayern Munich com 295.300 milhões de euros de receitas, este fundado a 27 de fevereiro de 1900, e com capacidade para 71.000 mil pessoas o seu Estádio Allianz Arena.

Em 5º lugar temos o clube inglês já treinado por o treinador José Mourinho, o F.C. Chelsea, com 268.900 milhões de euros de receitas, fundado em 10 de março de 1905 e com o seu Estádio Stamford Brigde com capacidade para albergar 41, 837 mil espetadores é assim considerado o 5º clube mais rico do mundo.

Em 6º lugar segue-se outro clube inglês, desta feita o Arsenal F.C com 264.400 milhões de euros de receitas, fundado em 1886, disfrutando assim do Emirates Stadium com lotação para 60,361 adeptos.

Em 7º lugar apresenta-se o Liverpool F.C, com 210.900 milhões de euros de receitas, fundado em 15 de março de 1892, apresentando o seu Estádio com o nome Anfield com capacidade para 45,522 mil adeptos.

Em 8º lugar o clube italiano A.C. Roma, com 175.400 milhões de euros de receitas, fundado em 22 de julho de 1927, representando o seu Estádio Olímpico com capacidade para 70,634 mil espectadores torna-se assim o clube italiano mais rico.

Em 9º lugar segue-se outro clube italiano, mas desta vez o Inter de Milão, com 172.900 milhões de euros de receitas, fundado a 09 de março de 1908, com o seu magnífico Estádio Giuseppe Meazza com lotação para 80,065 mil espectadores.

Em último lugar encontra-se mais uma equipa italiana, o Juventus F.C., com 167.500 milhões de euros de receita, fundado em 01 de novembro de 1897, em que o seu Estádio tem o nome de Juventus Stadium, tendo capacidade assim, para 41.000 mil espectadores. E estes são assim os 10 clubes mais ricos do Mundo.


André Belacorça

Título: Os 10 clubes mais ricos do Mundo

Autor: André Belacorça (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Vicente SilvaVicente

    30-06-2014 às 21:33:37

    Fantástico! Bom saber que está em primeiríssimo lugar nos clubes mais ricos do mundo: Real Madrid, sem dúvida!!! Sonho de muitos jogadores!

    ¬ Responder

Comentários - Os 10 clubes mais ricos do Mundo

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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