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Utensilios de jardinagem

Categoria: Bricolage Jardim
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Utensilios de jardinagem

Ter um jardim exuberante é o sonho de muita gente, mas para isso é necessário cuidado especial bem como utensílios adequados.

O jardim requer atenção em todas as estações do ano em especial cuidados de rega, poda e adubação. Este é imprescindível para as plantas e árvores crescerem, no entanto deve usar-se de acordo com as espécies e tipo de solo. Convêm fazer o orgânico de 30 em 30 dias e o químico só de seis em seis meses. Depois deve ter-se muito cuidado com a rega e irrigação. O melhor é usar esterco de gado para fertilizar melhor o solo.

A poda deve ser apenas periódica e em especial no inverno quando as plantas dormem. Deste modo recuperam energia e vitalidade na primavera. Época em que todas as flores e árvores florescem para dar os seus frutos e flores.

O Outono é a melhor época para semear e transplantar algumas espécies de árvores e plantas. Mas para manter o jardim bonito é necessário ter sempre as ferramentas mais usuais como por exemplo: tesouras de todos os tamanhos, pás, forquilhas e sachos. Estes são os utensílios mais pequenos para cuidar das plantas, cortar, sachar mas há outros que não se dispensam como as mangueiras, regadores, carrinhos de mão, espalhadores, vassouras para a neve, carrinho para as vias, picaretas, cortadores, máquina de relva, pulverizadores e inclusive uma motosserra.

Todos eles fazem um trabalho importante para a manutenção do jardim e para que as espécies florescem sem doenças. Sem estes cuidados básicos é difícil manter um jardim. Seja nos jardins públicos ou privados eles são fundamentais para preservar as espécies bonitas e atraentes á vista.

Apesar de se terem todos ou grande parte das ferramentas é ainda necessário ter atenção á rega que não deve ser em excesso. A água a mais é suficiente para matar as plantas e as árvores.

Para a boa manutenção do jardim é essencial ainda ter atenção ao clima pois é difícil preservar espécies tropicais num clima frio ou o inverso.

Num jardim pequeno pode dispensar-se algumas ferramentas como o carro de mão, cortadores de relva e vassouras mas os outros são essenciais. Todos eles, grandes ou pequenos precisam de pulverizadores, sachos, pás e adubos. No entanto as vivendas maiores e jardins públicos exigem ferramentas não só para manter como para embelezar o espaço. Torna-se imprescindíveis as ferramentas de cabo ou mais pesadas para fazer caminhos, envolver as árvores com pedras, arame e outras imagens próprias dos jardins públicos.


Teresa Maria Batista Gil

Título: Utensilios de jardinagem

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

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Imagem por: njaanne

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Comentários     ( 5 )    recentes

  • Rafaela CoronelRafaela

    12-10-2014 às 13:16:04

    Devemos escolher aqueles utensílios que contribuam para um melhor jardim. Existem aqueles bem básicos, que não podem faltar e que devemos conservá-los em ótimo estado.

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    24-04-2014 às 22:34:34

    Para ter um jardim é preciso de todas as ferramentas necessárias e indispensáveis para que ele permaneça saudável e bem bonito.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãoroberto

    15-03-2012 às 00:50:47

    piriquita sexo bunda

    ¬ Responder
  • Hozana Silva PaesHozana Silva Paes

    11-05-2011 às 22:31:19

    Achei simpismente lindo este conjunto rosa que aparece no alto desta página...Onde encontro um igual aqui em Brasília...
    Obrigada,
    Hozana

    ¬ Responder
  • albina santanaalbina santana

    15-02-2011 às 11:08:19

    que utensilios existem

    ¬ Responder

Comentários - Utensilios de jardinagem

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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