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Antigas brincadeiras melhoram o desenvolvimento dos filhos

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
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Comentários: 1
Antigas brincadeiras melhoram o desenvolvimento dos filhos

As atividades coletivas na infância estão se direcionando apenas para os esportes como futebol, vôlei, basquete. É muito importante praticar esporte em todas as idades, mas com a chegada do vídeo game e do computador, principalmente com o acesso a internet, crianças e jovens trocaram as antigas brincadeiras pela novidade atraente que esses aparelhos trazem. Não há mal algum em ter acesso à tecnologia, aliás, é uma realidade muito interessante e que favorece o homem em muitos fatores, seja para o trabalho, para diversão, para pesquisas escolares ou apenas para contatos.

Os filhos podem e devem ter contato com a tecnologia, pois sem dúvida, para viver na atualidade precisam aprender só que muitas crianças se deslumbram com tanta informação e acabam se tornando refém do computador e podem ficar introvertidas, ao ponto de não fazer nada sem ele. Um exemplo muito simples é o da criança que só vai para escola e quase não tem outra atividade, fica praticamente o dia todo isolada e ao ser questionada sobre amizades e brincadeiras, ela diz que tem muitos amigos, porém todos virtuais.

A obesidade tem sido uma das preocupações do Governo em torno da obesidade infantojuvenil. Jovens e crianças passam muito tempo sentadas, se alimentam a base de muita gordura, ou seja; comem rápido para não tirar os olhos da tela e podem desenvolver doenças por falta de exercícios e interatividade.

Antigas brincadeiras infantis são ótimas para auxiliar no desenvolvimento da criança, as relações interpessoais interagindo com outras pessoas, a coordenação motora, queimar calorias, fortalecer ossos e músculos favorecendo o crescimento de forma saudável.

Para brincar como antigamente, não precisa de dinheiro, nem uma quadra de esporte. Se a criança não tem irmão ou amiguinhos, converse com os pais de uma criança vizinha para que possam brincar juntas. Brincadeiras aerobicas como jogar amarelinha (risca o chão e joga objetos para marcar os passos), pular corda e brincar de pique (corrida). São brincadeiras para meninos e meninas.

Alguns pais, procurando proteger seus filhos, até preferem que fiquem somente em casa com seus apetrechos por questões de segurança, isso é muito compreensivo, mas a criança não precisa ficar sem supervisão e nem significa que terá essas atividades todos os dias. Estipule dias em que um adulto possa acompanhar, ou se tem o filho de um vizinho, porém, basta se lembrar da sensação que tínhamos na infância ao participar dessas brincadeiras e deixar vir à tona aquela antiga e guardada emoção que sentíamos ao brincar, que você mesmo (a) poderá brincar com seus filhos aumentando ainda mais seu elo de ligação.

Seja Feliz!


Sílvia Baptista

Título: Antigas brincadeiras melhoram o desenvolvimento dos filhos

Autor: Sílvia Baptista (todos os textos)

Visitas: 4

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoCarla

    02-07-2012 às 11:09:15

    O problema de hoje é que os pais tentam proteger em demasia os filhos, compram-lhe tudo e não o deixam sair pois não querem que fique doente ou outra coisa, o problema e que depois quando crescem não estão habituados ao mundo la fora e já não tem a protecção dos pais, ai e que as coisas se estragam mesmo...

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Comentários - Antigas brincadeiras melhoram o desenvolvimento dos filhos

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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