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A pena de morte: a favor ou contra

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
Visitas: 6
Comentários: 3
A pena de morte: a favor ou contra

A pena de morte consiste na condenação de um indivíduo por parte do poder legislativo de um Estado. O assassinato, espionagem, estupro, adultério e corrupção são alguns crimes que podem levar o indivíduo à pena de morte. Já foi abolida em quase todos os países da Europa e da Oceânia. Contudo, a grande maioria dos países da América, África e Ásia ainda mantêm a pena de morte.

Expomos aqui alguns métodos com que se pode praticar a pena de morte: asfixia, esmagamento, cadeira elétrica, desmembramento, afogamento, câmara de gás, injeção letal, fuzilamento, entre outros.

Podemos considerar como argumentos a favor da pena de morte: a lei como autoridade terrena pode condenar um individuo à morte; a pena de morte esteve sempre presente na história da humanidade e serve de exemplo para a população; eliminação de indivíduos perigosos para a sociedade; há crimes e indivíduos em que a pena de morte é a mais adequada; a sociedade não quer que o seu dinheiro, o dos impostos, seja utilizado para ajudar de qualquer forma os criminosos.

Argumentos contra da pena morte podemos considerar: a possibilidade de matar inocentes; Só Deus tem o direito de decidir quem e quando deve morrer; a pena de morte não resolve o problema; ajudar o criminoso a encontrar o seu caminho na via legal; «a vida humana não tem preço», como vem na Bíblia, no Êxodo; os índices de criminalidade são mais altos nos países que praticam pena de morte; a prisão perpétua pode ser uma solução para o condenado; saber perdoar é um dom; oportunidade de estudar este tipo de criminoso e perceber os motivos que o levam a fazer mal.

Não existe nem nunca vai haver um consenso sobre este assunto. A pena de morte acompanha-nos há vários séculos e parece que em alguns países ela vai continuar a fazer parte da história. No entanto, muitas são as pessoas, os povos e os países a lutar para o fim da pena de morte. Os países ocidentais foram os primeiros a libertarem-se.

Agora compete a cada um formar a sua própria opinião e lutar por ela, nomeadamente, se vive num país com pena de morte.


Daniela Vicente

Título: A pena de morte: a favor ou contra

Autor: Daniela Vicente (todos os textos)

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • Rafaela CoronelRafaela

    18-08-2014 às 05:38:05

    Deveria haver pena de morte para colocar medo, terror na mente desses homens cruéis. Assim, não haveria tanta gente inocente nas mãos desses assassinos, ladrões, e demais pessoas que não tem um pingo de amor pelas pessoas.

    ¬ Responder
  • Magda

    09-04-2013 às 13:38:50

    Pois,na minha opniao a pena de morte deve prevalecer porque muitos criminosos estao soltos e convictos de praticar enumerosos sem nenhum pudor,e muitos inocentes sao vitimas e vivem no maior sofrimento e sem ninguem que os defenda,segundo a biblia "ninguem tem o direito de tirar a vida do outro só deus", só que eu pergunto:somente um criminoso é que tem esse direito e onfendido nao? Que justica é essa que so existe para uns e para outros nao? Eis a questao de se votar a favor da pena de morte.

    ¬ Responder
  • Lane

    13-06-2014 às 11:55:01

    A favor!

    ¬ Responder

Comentários - A pena de morte: a favor ou contra

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Pulp Fiction: 20 anos depois

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

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Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

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