Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Segurança > Segure-se... à segurança!

Segure-se... à segurança!

Categoria: Segurança
Comentários: 2
Segure-se... à segurança!

Na definição de segurança, um conceito cada vez mais debatido e difundido, importa enunciar, igualmente, a noção de “parasitismo”. Trata-se de preguiçosos compulsivos e inveterados, cuja única diligência levada a cabo é a fuga pronta e estratégica de tudo o que possa estar, directa ou indirectamente, relacionado com trabalho, que passam a vida a dar “mordidas” no dinheiro, nos cigarros, nas sandes ou nos bens materiais de quem lho permite. Por outras palavras, trata-se de uma “relação” de injustiça básica, originada na “preguicite” crónica do mandrião, que se desenrola no palco da estéril complacência da parte laboralmente activa. Até para Darwin, grande estudioso dos seres vivos e das respectivas ligações, isto era capaz de constituir matéria difícil de compreender e, mais ainda, de explicar.

O que é que pode justificar a alimentação da indolência alheia?! À semelhança dos parasitas nos animais, esta classe, adepta do “não fazer nenhum”, certamente líder no ranking de algum campeonato das profissões, consome tudo o que puder até chegar a sugar o último cêntimo ou a derradeira migalha de pão dos seus “patrocinadores”… E assim viciados na “caridade a quanto obrigas”, nunca se vão mexer para nada. Questionados acerca das razões de não terem um emprego, a única coisa que poderão responder com verdade é que, desde que estão colados a sofá, não caiu lá nenhuma proposta! Naturalmente, quando cessar o “maná”, ver-se-ão a braços com a necessidade de ter de sobreviver pelos próprios meios, e, como não conhecem a licitude ou a dignidade, e muito menos o esforço ou o suor, começam os problemas de segurança para quem se atravessar na busca do caminho mais fácil de subsistência.

É aqui que entram as protecções nas janelas, os ferrolhos nas portas, a vassoura pronta a descer no costado de algum malandro. Quem sofrer de falta de ar, terá de recorrer a uma alternativa que não contemple frestas abertas. De contrário, à eventualidade de não se ver livre da hipoventilação, alia-se a certeza de lhe desaparecerem outras coisas, como a televisão, o DVD, o frigorífico, os relógios, os telemóveis, os cartões de crédito, e, quiçá, até a chave do carro, numa espécie de pedido de autorização para dar uma voltinha (mas só até ter combustível, que esta gente não gosta de abusar! …).

Portanto, para além de ser sensato não comunicar em espaços públicos as previsíveis ausências de casa e de não dar pormenores das divisões e dos valores que elas acolhem, é conveniente instalar sensores de movimento, que, ao acender uma luz, dissuadem a aproximação de estranhos. Então já não se pode ter privacidade nos assaltos? Este mundo está virado do avesso!

Maria Bijóias

Título: Segure-se... à segurança!

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

Visitas: 0

601 

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários     ( 2 )    recentes

  • SophiaSophia

    28-05-2014 às 18:19:21

    Tem gente que se segura até nos outros e também os que são acomodados. Para essas pessoas, a vida é sempre uma segurança interminável, não ousam e nem tomam atitude.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoTony

    31-03-2009 às 18:13:51

    De segurança sabem os bofias. Tu estiveste a inventar o texto foi? Srª Maria Bijóias é policia?

    ¬ Responder

Comentários - Segure-se... à segurança!

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Fine and Mellow

Ler próximo texto...

Tema: Música
Fine and Mellow\"Rua
"O amor é como uma torneira
Que você abre e fecha
Às vezes quando você pensa que ela está aberta, querido
Ela se fechou e se foi"
(Fine and Melow by Billie Holiday)

Ao assistir a Bio de Billie Holiday, ocorreu-me a questão Bluesingers x feminismo, pois quem ouve Blues, especialmente as mais antigas, as damas dos anos 10, 20, 30, 40, 50, há de pensar que eram mulheres submissas ao machismo e maldade de seus homens. Mas, as cantoras de Blues, eram mulheres extremamente independentes; embora cantassem seus problemas, elas não eram submissas a ponto de serem ultrajadas, espancadas... Eram submissas, sim, ao amor, ao bom trato... Essas mulheres, durante muito tempo, tiveram de se virar sozinhas e sempre que era necessário, ficavam sós ou mudavam de parceiros ou assumiam sua bissexualidade ou homossexualidade efetiva. Estas senhoras, muitas trabalharam como prostitutas, eram viciadas em drogas ou viviam boa parte entregues ao álcool, merecem todo nosso respeito. Além de serem precursoras do feminismo, pois romperam barreiras em tempos bem difíceis, amargavam sua solidão motivadas pelo preconceito em relação a cor de sua pele, como aconteceu a Lady Day quê, quando tocava com Artie Shaw, teve que esperar muitas vezes dentro do ônibus, enquanto uma cantora branca cantava os arranjos que haviam sido feitos especialmente para ela, Bilie Holiday. Foram humilhadas, mas, nunca servis; lutaram com garra e competência, eram mulheres de fibra e cheias de muito amor. Ouvir Billie cantar Strange Fruit, uma das primeiras canções de protestos, sem medo, apenas com dor na alma, é demais para quem tem sentimentos. O brilho nos olhos de Billie, fosse quando cantava sobre dor de amor ou sobre dor da dor, é insubstituível. Viva elas, nossas Divas do Blues, viva Billie Holiday, aquela que quando canta parte o coração da gente; linda, magnifica, incomparável, Lady Day.

O amor vai fazer você beber e cair
Vai fazer você ficar a noite toda se repetindo

O amor vai fazer você fazer coisas
Que você sabe que são erradas

Mas, se você me tratar bem, querido
Eu estarei em casa todos os dias

Mas, se você continuar a ser tão mau pra mim, querido
Eu sei que você vai acabar comigo

Pesquisar mais textos:

Sayonara Melo

Título:Fine and Mellow

Autor:Sayonara Melo(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios