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Câmaras de Vigilância - Prevenção e segurança ou invasão de privacidade?

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Segurança
Comentários: 1
Câmaras de Vigilância - Prevenção e segurança ou invasão de privacidade?

Muito se fala sobre a privacidade. Desde que surgiram os famosos paparazzi, que o tema privacidade é muitas vezes colocada em causa.

O que é a privacidade então? Entende-se por privacidade tudo o que nos é íntimo e muito pessoal, e o conceito de privacidade pode ser diferente de indivíduo para individuo. Ora vejamos, se uma figura pública vive muito da sua imagem, esta não é privada na sua totalidade. A exposição faz parte da sua vida profissional. No entanto, qualquer comum de nós, pode manifestar-se se verificar a sua imagem numa exposição demasiado publica ou associada a qualquer assunto que não lhe diga respeito direto.

Se uma figura pública se vê filmado inúmeras vezes, o comum de nós (que só somos estrelas conhecidas lá em casa), também o somos.

Nos dias que correm e devido ao crescente aumento da criminalidade (e cada vez mais violenta), tudo o que é estabelecimento tem sistema de vigilância através de vídeo.

Os próprios transportes públicos têm sistema de vídeo vigilância. Que tudo isto são indicadores de receios e até certo ponto impõem alguma ordem e respeito, estamos de acordo, mas e em relação a outros sistemas de vídeo vigilância? Não existirão abusos relativamente a isto? E se em vez de nos sentirmos protegidos com estes sistemas de filmagens, nos sentirmos espiados por um “big brother”?

Mas se em certos locais nos sentimos protegidos com estes sistemas, o que achamos se o mesmo acontecer num local de trabalho? Sentimo-nos violados a cada passo, ou a sensação de que vamos merecer créditos positivos junto da entidade patronal pela exposição clara da nossa prestação profissional, sobrepõe o mau sentimento?

Se a legislação não é muito clara quanto às filmagens no local de trabalho, imagine-se a trabalhar num local em que nem imagina que está a ser filmado! Apesar de ser ilegal, esta situação existe.

Cada vez mais as empregadas domesticas que também desempenham funções de amas, estão sujeitas a este tipo de vigilância sem o saberem. Se por um lado possa não parecer correto o procedimento, saiba que cada vez mais são descobertos abusos a crianças utilizando este sistema. As filmagens podem ser chocantes, mas os pais conseguem ter certezas das suas desconfianças e proteger na realidade o que mais amam no mundo.

Até que ponto não nos sentimos realmente todos mais seguros sendo vigiados. Quem não deve não teme, e se o mundo está cada vez mais violento, há ou não que fazer os possíveis para nos protegermos?


Carla Horta

Título: Câmaras de Vigilância - Prevenção e segurança ou invasão de privacidade?

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Imagem por: Matt Mordfin

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • gilbertogilberto

    10-02-2010 às 05:18:21

    Olha gostaria de invadir um sistema de segurança "filmagem" como faço me deem segestoes q nao gaste muito e q seja um modo facil
    aguardp reposta... obrigado gilberto

    ¬ Responder

Comentários - Câmaras de Vigilância - Prevenção e segurança ou invasão de privacidade?

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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