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Saiba Como Identificar Dinheiro Falso

Categoria: Segurança
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Saiba Como Identificar Dinheiro Falso

A falsificação de cédulas do Real é um prática bastante comum entre bandidos profissionais ou pessoas de má fé que querem tirar vantagem de comerciantes ou pessoas comuns, principalmente as mais inexperientes, que facilmente caem no golpe.

Dados do BC indicam que só no ano passado foram apreendidas mais de 500 mil cédulas falsas no Brasil, gerando um prejuízo de quase 20 milhões de reais.

A tecnologia tem proporcionado cada vez mais precisão no reconhecimento de notas falsas, o que impede que um número maior de pessoas sejam lesadas. Mas apensar desta grande ajuda, cada cidadão pode fazer a sua parte e prestar bastante atenção sempre que receber dinheiro.
Existem algumas marcas que permitem a distinção entre notas falsas e verdadeiras. Com a distribuição das novas notas do Real, o número de marcas aumentou para impedir a falsificação e assim também, a facilidade para os usuários reconheçam as notas falsas. Veja algumas dicas e fique de olho para não trocar gato por lebre e ficar a ver navios:

1. Marca D'água


As novas notas possuem também marca d'água a novidade é que agora a figura que aparece será a que representa a nota junto com o valor da nota, assim, nas notas de 100 veremos a marca com a Garoupa e o número 100 e nas notas de 50 veremos a Onça Pintada e o número 50.

2. Quebra-Cabeça


Essa é uma das novidades, ele fica localizado no lado superior esquerdo da frente da nota e no lado superior direito do verso da nota, ao colocarmos a nota contra a luz veremos que as partes se "juntam" e formam o valor da nota.

3. Número Escondido


Na parte da frente da nota do lado direito logo abaixo do numeral contendo o valor temos um retângulo, se colocarmos a nota horizontalmente na altura dos olhos iremos enxergar ali uma marca com o número correspondente ao valor da nota.

4. Faixa Holográfica


A faixa holográfica não é novidade, mas agora ela estará em todas as notas, ao movimentar-mos a nota perceberemos que dentro da faixa irão aparecer impressões com o valor da nota e a palavra "reais".

5. Microimpressões


As microimpressões agora estão localizadas em várias partes da nota, como perto da figura da república e perto da figura do animal, e elas não são mais os "bc" e sim o valor da nota em questão.

6. Alto Relevo


Várias regiões da nota possuem alto relevo, podemos localizá-lo nas laterais e frente das notas, nos numerais da nota e nas expressões "república federativa do Brasil" e "Banco do Brasil".

7. Fio de Segurança


Agora ao colocarmos a nota contra a luz iremos perceber que há inscrições nele como "100 reais" nas notas de 100 e "50 reais" nas notas de 50.

8. Elementos Fluorescentes


A nova nota também possui elementos fluorescentes, ao colocarmos a nota sobre a luz ultravioleta iremos ver fios na cor lilás, a numeração passa do vermelho para o amarelo e o número da nota aparece na frente.

IMPORTANTE


Ao reconhecer alguma cédula falsificada, o cidadão tem o direito de rejeitá-la. Caso já tenha absorvido a nota, você pode dirigir-se a qualquer agência bancária para solicitar um teste no exemplar, ou simplesmente descartá-la e assumir o prejuízo. E se você sabe de onde esta nota falsificada veio, fique à vontade para contar à polícia.
Caso tenha recebido a cédula suspeita em um terminal de auto-atendimento bancário, seguem algumas dicas:

Retire um extrato que comprove o saque, preferencialmente no mesmo terminal, e encaminhar-se ao gerente da agência para pedir providências.
Se não obtiver solução satisfatória com o gerente do banco o cidadão deve procurar uma delegacia policial mais próxima (Civil ou Federal) para registrar uma possível ocorrência.


Miguel Pereira

Título: Saiba Como Identificar Dinheiro Falso

Autor: Miguel Pereira (todos os textos)

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Habitação – Evolução qualidade/Preço

Tema: Alojamento
Habitação – Evolução qualidade/Preço\"Rua
Hoje vivemos dias muito complicados do ponto de vista económico, uma vez que a nossa sociedade moderna consumista tem acarretado para as famílias a triste ideia de que temos que possuir tudo o que existe para ser possuído.

Relativamente ao assunto especifico da habitação, com o passar dos tempos, as pessoas têm adquirido as suas casas em função do que há no mercado, e este mercado tem evoluído de uma forma perigosa em termos de custos; o que quero dizer com isto, é que há vinte anos atrás, encontrávamos apartamentos no mercado, e tenho por base um apartamento T3 que tinha 3 quartos conforme a tipologia descrita, naquele tempo uma cada de banho, uma sala de estar/jantar conjunta e talvez uma varanda, hoje o mesmo apartamento terá os três quartos, a sala, duas casas de banho das quais uma poderá estar num dos quartos a que passou a chamar-se suite, este apartamento hoje, tem forçosamente que ter pré instalação para aquecimento central, lareira com recuperador de calor, e muito provavelmente aspiração central, ou pelo menos a pré instalação… Assim, quem compra um apartamento hoje, apesar das dimensões de cada divisão estarem diminuídas, o preço foi muito incrementado pelos extras, e depois há ainda que adquirir uma caldeira para fazer funcionar a tal pré-instalação de aquecimento central, os radiadores porque sem eles o dito não funciona, naturalmente o trabalho do técnico… há ainda que adquirir em muitos casos o aspirador propriamente dito para fazer funcionar a aspiração central, e algumas coisas mais, acessórios dos quais, antes não tínhamos necessidade.

Não quero dizer com isto, que estes equipamentos não são úteis, são, mas e aquelas pessoas que compraram os seus apartamentos há uns tempos, cujos espaços não dispunham destas “modernices” como viveram? Como vivem hoje? Provavelmente aqueles que tiveram disponibilidade económica para isso, colocaram nas suas habitações, aquilo que julgaram necessário, não colocaram aquilo que não lhes é útil de todo, por outro lado aqueles que não tiveram disponibilidade económica vivem sem os equipamentos em questão, ou colocam um equipamento à dimensão das suas possibilidades. O real problema é que os referidos equipamentos valorizaram muito mais as habitações em termos de preço de compra do que o valor real dos mesmos, e as pessoas, estão apagar vinte ou trinta anos, para não dizer mais, um bom valor acima do que pagariam sem estas coisas, além disso comprariam aquilo que quisessem e pudessem.

Para além do exposto, a qualidade de construção e acabamentos não melhorou, antes pelo contrário. Hoje o valor das casas está a decair rapidamente, e as pessoas em geral vivem em casas cujos valores atuais de mercado são muito inferiores ao que estarão a pagar durante muito tempo…

Naturalmente o mercado poderá mudar, mas não é esse o caminho que parece seguir.

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Ana Sebastião

Título:Habitação – Evolução qualidade/Preço

Autor:Ana Sebastião(todos os textos)

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Comentários

  • Rua DireitaRua Direita

    21-04-2014 às 17:09:01

    A compra seja de apartamento ou casa estão mais caras e nem sempre oferecem serviços como mostram na divulgação. Não é bom financiar, pois custará o dobro. Realmente, o melhor a fazer é buscar preços que têm condições de pagar ou aderir a um consórcio.

    ¬ Responder
  • Sofia Nunes 13-09-2012 às 17:07:44

    Na minha opinião e de acordo com o que tenho observado, a relação qualidade/preço das habitações está a melhorar. E isso não é necessariamente bom, uma vez que é resultado da crise económica. Como refere, o valor das casas está a descer, pelo que se pode comprar uma vivenda pelo preço que há uns anos era de um apartamento. O problema é que, apesar de as casas estarem mais baratas, os compradores não têm dinheiro.

    ¬ Responder

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