Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Viagens > Turismo no centro do Rio de Janeiro – Parte I

Turismo no centro do Rio de Janeiro – Parte I

Categoria: Viagens
Visitas: 4
Turismo no centro do Rio de Janeiro – Parte I

Quando falamos em turismo no Rio de Janeiro as primeiras coisas que vêm a nossa mente são: Pão de açúcar, Cristo Redentor e Praia de Copacabana.
Mas, o turismo na Cidade Maravilhosa vai além disso. No Centro do Rio encontramos lugares maravilhosos e pouco conhecidos, aonde podemos visitar, nos maravilhando e aumentando nossa cultura.
Muitas histórias são contadas nas ruas, igrejas e casarões antigos do Centro.
Vamos contar um pouco dessa história e tornas esses pontos mais conhecidos para você.

1) Academia Brasileira de Letras
Sua sede é uma réplica do Petit Trianon do Palácio de Versalhes, decorado com pisos de mármore, lustre de cristal francês, vaso de porcelana de Sèveres, grandes salões e um espaço dedicado a Machado de Assis.

Inaugurado: 1923

Endereço: Av. Presidente Wilson, 203 - Castelo.

2) Arquivo Nacional

Localizado no antigo prédio da Casa da Moeda, de construção monumental.

Você pode encontrar documentos da Inconfidência Mineira, Lei Áurea, relação de passageiro dos vapores de imigrantes, Tribunal de segurança do governo Vargas, e outras preciosidades de nossa história.

Inaugurado: 1838

Endereço: Praça da República, 173 – Centro.

3) Biblioteca Nacional

Projetado por Sousa Aguiar, engenheiro militar, e decorado por grandes artistas da época, abriga o patrimônio cultural e bibliográfico do Brasil, é a sétima maior do mundo e a maior da América Latina.

Inaugurado: 1910.

Endereço: Av. Rio Branco, 219 - Centro.

4) Casa França Brasil

Encomendado por D. João VI, projetado por um artista e professor da Academia de Belas Artes da França. Este solar neoclássico foi qualificado por Darcy Ribeiro como Centro Cultural.

Inaugurado: 1820.

Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 78 – Centro.

5) Centro Cultural Banco do Brasil

Localizado na em prédio de 1906 onde foi a sede do Banco do Brasil.

Possui salas para mostras, sala de cinema, sala para exibição de vídeos, três salas para espetáculos teatrais, auditório e biblioteca.

Em 2013, foi o museu mais visitado do Brasil, com 2 milhões e 200 mil visitantes por ano.

Inaugurado: 1989.

Endereço: Rua Primeiro de Março, 66 – Centro.

6) Centro Cultural da Caixa

Agora se chama Caixa Cultural Rio de Janeiro, tem duas unidades, podemos encontrar lá teatro de arena, cinemas, galerias de arte, livraria, salas de oficinas e ensaios.

Inaugurado: 2006.

Endereço: Avenida Chile, 230, Anexo, e na Avenida Almirante Barroso, 25. Centro.

7) Centro Cultural Correios

Prédio com características do século passado deveria ser uma escola do Lloyd Brasileiro. Mas, ficou sem ser usado por mais de 50 anos, sendo aproveitado para uso dos Correios.

Inaugurado: 1922.

Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro.

8) Centro Cultural Light

Você pode ver o Planeta Energia, onde tem experimentos e exposições do fenômeno elétrico, Teatro Lamartine Babo, salas de exposição, jardim interno e Acervo Light de documentos e fotografias.

Inaugurado: 1994.

Local: Av. Marechal Floriano, 168. – Centro.

9) Centro Cultural Justiça Federal

Localizado aonde funcionava o Supremo Tribunal Federal, que ocupou o local de 1909 a 1960.

Lá você encontra exposições, peças teatrais, espetáculos de dança e de música, mostras de cinema, cursos, seminários, palestras, dentre outras.
Inaugurado: 2001
Local: Av. Rio Branco, 241 - Centro.

Em breve a segunda parte de nosso roteiro.
Espero que gostem.


Pedro Ganem

Título: Turismo no centro do Rio de Janeiro – Parte I

Autor: Pedro Ganem (todos os textos)

Visitas: 4

2 

Comentários - Turismo no centro do Rio de Janeiro – Parte I

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Ler próximo texto...

Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

Pesquisar mais textos:

Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios