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As Viagens Como Fontes De Experiências

Categoria: Viagens
As Viagens Como Fontes De Experiências

Cada viagem que se queira realizar é um meio pelo qual o ser humano atribui valor. Ele deseja mais que tudo viver aquilo que está fora do seu habitual. Ansiamos por conhecer e fazer descobertas, principalmente, de lugares e pessoas.

Antes da viagem imaginamos o lugar de destinação turística. Inclusive, sonhamos por horas e horas, criamos expectativas e não vemos a hora do dia chegar para que toda essa espera se torne real e concreta.

As viagens representam fontes de experiências. Queremos mais do que imaginar, sentir, queremos obter experiências próprias e realistas. Por essa razão, buscamos sempre encontrar um destino turístico que possa satisfazer essa necessidade das descobertas. E isso se diferencia para cada indivíduo, pois nossas motivações intrínsecas são peculiares e mutáveis.

Alguns se sentem motivados a viajarem para obter experiências em mergulho; outros, em selva; outros, em cultura. Graças a diversidade que o mundo oferece, podemos nos realizar tendo experiências em diversos tipos de turismo.

Por isso, para que você tenha um melhor aproveitamento das viagens como fontes de experiências, segue algumas dicas. Espero que possas tirar o maior proveito de suas viagens e que elas sejam eternas em seu coração.

Dicas para aproveitar melhor suas experiências nas viagens

• Esteja aberto a novas experiências, mesmo que não curta o bastante o tipo de local, pessoas, ambiente, etc;
• Não coloque defeitos. O local pode não ser o que esperava, mas tente ver o lado bom das coisas, pois sempre há;

• Sinta-se livre para curtir no seu máximo e não no máximo do destino;
• Esteja preparado para os imprevistos. Quando ocorrer, divirta-se com eles;

• Planeje os locais que serão visitados. Se possível, utilize um mapa da cidade. Procure conhecer os locais próximos em um único dia, se for possível;
• Quando chegar de algum lugar, anote num caderno e agradeça. Isso ativará seu cérebro a produzir hormônios da satisfação e bem-estar;

• Interaja com pessoas estranhas e converse com elas para as conhecerem;
• Ande a pé na medida do possível. Muitos dos lugares podem ser mais bem aproveitados quando estamos à pé. Pare, observe por algum tempo.

Essas são apenas algumas dicas e você pode acrescentar mais nos comentários. Fale um pouco sobre suas experiências nas viagens que já realizou! Espero que possamos aproveitar ao máximo das nossas viagens e que essas experiências sejam eternas!


Adriana Santos

Título: As Viagens Como Fontes De Experiências

Autor: Adriana Santos (todos os textos)

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Comentários - As Viagens Como Fontes De Experiências

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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