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A televisão me deixo burro? Breve história da TV

Categoria: Electrodomésticos
Visitas: 2
A televisão me deixo burro? Breve história da TV

Olá!
Hoje vamos conhecer um pouco sobre a televisão.
Este aparelho tão amado e que hoje em dia é muito difícil quem não possua pelo menos uma em casa. Mesmo depois da internet continua sendo o principal meio de difusão de programas e ideias, bem como um veículo muito apreciado de comunicação.

Origem.

Existe divergência quanto à origem da TV. Pelo que se sabe a primeira ideia de uma imagem transmitida por um sistema mecânico, veio de Gottlieb Nipkow em 1884, mas foram realizados experimentos simultaneamente em vários locais do mundo nos anos que seguiram.
Então em 1926, o engenheiro John Baird apresentou o primeiro modelo de televisão para uma comunidade científica. Ainda na década de 1920, outros experimentos estavam sendo realizados nos EUA, Suécia e na antiga União Soviética.
No Brasil a primeira emissora de TV teve sua inauguração em 1950, pelo que dizem foi à quarta TV do Mundo, era a TV Tupi e junto com ela chegavam também os primeiros 200 receptores comprados pelos donos da TV para que a primeira transmissão fosse concluída em grande estilo.

A Televisão no século passado.

No início o aparelho de televisão custava quase tão caro quanto um carro, devido a isso os que a assistiam eram poucos, por isso a televisão deve dificuldades para conseguir anunciantes com a audiência tão baixa. Apenas no final da Segunda Guerra mundial é que um houve um aumento significativo de mais ou menos 2 mil aparelhos no mundo todo para mais de 300 mil só nos EUA.
Em 1940, o modelo eletromecânico foi substituído pelo modelo eletrônico que usava um canhão de elétrons para redesenhar a imagem no receptor.

Cores.

Os primeiros aparelhos a cores foram lançados em 1951, pela empresa americana CBS, mas era muito inferior aos modelos eletrônico preto-e-branco que havia. Então somente em 1954, foi lançado um modelo eletrônico e colorido que dominaria o mercado e mudaria não só a história da TV, como também da comunicação, da propaganda e da humanidade.
Em 1959 os japoneses desenvolvem a tecnologia dos transistores que irão substituir as válvulas, isso fará com que os aparelhos possam ser produzidos em escala ainda maior, mais baratos e com melhor resolução.
Durante a Guerra do Vietnã, as pessoas já podiam ver as imagens da guerra na tranquilidade dos seus lares. E quando os primeiros astronautas pisaram na lua, em 1969, tudo foi transmitido para o público ver pela TV.

A TV no milênio.

No início do novo milênio a tecnologia da televisão se torna digital, e as transmissões tendem a melhorar cada vez mais para eliminar de vez os chiados e chuviscos, das versões analógicas. O formato da nova TV também mudou muito estando cada vez mais alongada em formato de cinema. Como meio de compor as imagens, ela passou pelo Tubo imagem grande para o Cristal Liquido (LCD) que permite que a TV seja mais fina.

A TV hoje.

Hoje em dia com o Plasma e o LED as televisões estão ainda mais finas e sua imagem cada vez mais bem defina. E isso por que só estamos tratando neste artigo do aparelho em si deixando de lado a programação que está cada vez mais profissional e mais bem caprichada para um público cada vez mais exigente.

A TV do amanhã.

Na TV com o tubo de imagem grande a imagem era transmitida analogicamente e o tubo consumia muita energia e caso queimasse a TV toda já era. A TV de LCD foi aprimorada por seus criadores e virou a TV de LED que é a maior líder de vendas nos dias de hoje. O futuro está na chamada TV OLED. Essa tecnologia utiliza um material orgânico flexível que dependendo da corrente elétrica pode exibir qualquer cor primaria para formar as imagens. Por enquanto é muito cara, mas com seu aprimoramento provavelmente substituirá as TV de LED e de Plasma.


Jhon Erik Voese

Título: A televisão me deixo burro? Breve história da TV

Autor: Jhon Erik Voese (todos os textos)

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Comentários - A televisão me deixo burro? Breve história da TV

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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