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Electrodomésticos: um artigo de luxo?

Categoria: Electrodomésticos
Electrodomésticos: um artigo de luxo?

Para se expandirem, os electrodomésticos precisaram do desenvolvimento da electricidade, como tal houve uma estratégia de cruzamento do Estado, das empresas produtoras e das empresas de comércio a retalho.

Na década de 30, os electrodomésticos eram considerados artigos de luxo e para combater este conceito, algumas empresas implementaram a venda a prestações.

Assim, qualquer pessoa tinha acesso mediante um pagamento mensal. Além disso, as empresas revendedoras alargaram os métodos de venda, criando feiras populares onde expunham os seus produtos e apostaram também na venda directa, casa a casa, fazendo demonstrações. Por fim, aumentaram o volume de publicidade, onde passavam a mensagem de que os electrodomésticos não eram mais um luxo, mas uma necessidade. O certo é que estas medidas tiveram um impacto tão forte na sociedade, que depressa ganharam compradores.

Hoje, não há quem não tenha uma máquina de lavar roupa, um frigorífico, uma televisão… enfim, os electrodomésticos tornaram-se elementos fundamentais no quotidiano das sociedades. E como rapidamente ganharam destaque, todos os dias superam-se a si próprios, com características avançadas, o que também levanta outra questão, a desvalorização de preços. É que face a uma oferta tão alargada, as empresas têm necessidade de inovar com preços competitivos.

A verdade é que os electrodomésticos são quase que uma extensão dos seres humanos, este já não consegue levar uma vida sem recorrer a máquinas.


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Título: Electrodomésticos: um artigo de luxo?

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Pulp Fiction: 20 anos depois

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Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

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Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

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