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Smart TV: Qual é a melhor?

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Electrodomésticos
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Comentários: 2
Smart TV: Qual é a melhor?

A tecnologia inova a cada dia, criando e aprimorando os aparelhos já existentes tornando-os cada vez mais incríveis. Seguido essa linha de crescimento, as TV’s estão a cada dia mais completas e cheias de funções inteligentes, acessando a internet, interagindo com os usuários e mais, além de suas espessuras finíssimas e compactas.
Os televisores de destaques são os Smart (inteligente, em português) com seus vários aplicativos, chamados de widgets (aplicações para fins específicos, como vídeo, textos, entre outros). Eles são o diferencial que cada empresa pode usar e abusar para atrair os consumidores. A equipe do Baixaki testou aparelhos de três grandes marcas do mercado, sendo LG, Sony e Samsung. Confira a análise e o resultado desses testes e saiba mais sobre as Smart’s TV.

Comparações
Imagem - Os três modelos avaliados utilizam a tecnologia LED e 3D, juntamente com seus óculos específicos. Com relação à qualidade das imagens, todos são excelentes e muito equivalentes. Mas, o aparelho da LG teve uma pequena vantagem devido ao seu recurso IPS, provido de sua tela LED.
Design – Nesse quesito, apesar de não ser a essência dos aparelhos, pode ser interessante, pois os detalhes fazem a diferença. Não foi levado em conta o tamanho das telas. Da ordem do mais simples para o mais sofisticado, o modelo da Sony foi o mais comum e quadrado. O da Samsung possui quatro pés cromados que dão um charme a mais ao televisor. Mas, a TV que mais agradou foi a da LG, com misturas de cores sóbrias e metais opacos.

Internet
A parte mais importante das análises era a questão do acesso à internet que as TV’s Smart apresentam. Não foi considerada a quantidade de entradas e portas que elas possuíam, pois nenhuma deixou a desejar com relação a isso, possuindo HDMI, USB e várias de Vídeo.
Agora, com relação ao acesso a rede, os três modelos tinham portas RJ-45 para conectar-se a internet cabeada. Na questão da rede wireless, transmitida e distribuída pelo roteador, às diferenças apareceram.

Nesse quesito, o aparelho da Sony ficou em último lugar. Pois era necessário adquirir um dispositivo a parte que custava R$ 200. A LG também não agradou muito, porque ela não cobra nada pela placa de rede sem fio, mas seria preciso solicitar ao fabricante esse periférico e aguardar a entrega. Sendo assim, a Samsung foi à vencedora do tópico mais importante da análise, a única TV que já vinha preparada para acessar a internet Wi-Fi.
E aí, gostou? Dúvidas, opiniões? Comente e diga o que achou!




Lucas Souza

Título: Smart TV: Qual é a melhor?

Autor: Lucas Souza (todos os textos)

Visitas: 4

764 

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • SophiaSophia

    28-04-2014 às 04:59:11

    Muito legal, cara! Adorei seu texto, bem rico de informações precisas. Tenho alguns aparelhos da LG e são excelentes. A Rua Direita agradece pelo texto smart tv, bem esclarecedor para quem quer a melhor!

    ¬ Responder
  • Daiany Nascimento

    17-09-2012 às 12:40:08

    Gostei do texto. Sou fã dos artigos publicados pelos autores do ruadireta.com devido à variedade de temas que posso encontrar, além de que a maioria deles são muito ricos em conteúdo, como este! Parabéns autor pela sua dedicação, saiba que as dicas que encontrei aqui poderão me ajudar muito a escolher uma ótima Smart TV, pois quero comprar uma logo logo :D. Espero por novidades, pois sempre estou à procura de novos conhecimentos. Boa escrita!

    ¬ Responder

Comentários - Smart TV: Qual é a melhor?

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Um caminho para curar o transtorno alimentar

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Saúde
Um caminho para curar o transtorno alimentar\"Rua
De acordo com um relatório divulgado em novembro de 2014 pelo Comitê Permanente sobre o Status da Mulher, entre 600 mil a um milhão de canadenses cumprem os critérios diagnósticos para um transtorno alimentar em um dado momento. Problemas de saúde mental com ramificações físicas graves, anorexia e bulimia são difíceis de tratar.

Os programas públicos de internação frequentemente não admitem pacientes até que estejam em condição de risco de vida, e muitos respondem mal à abordagem em grupo. As clínicas privadas costumam ter listas de espera épicas e custos altos: um quarto custa de US$ 305 a US$ 360 por dia.


Corinne lutou juntamente com seus pais contra a bulimia e anorexia por mais de cinco anos. Duffy e Terry, pais de Corinne, encontraram uma clínica na Virgínia. Hoje, aos 24 anos, ela é saudável e está cursando mestrado em Colorado. Ela e seus pais acreditam que a abordagem holística, o foco individualizado e a estrutura imersiva de seu tratamento foram fundamentais para sua recuperação.

Eles sabem que tinham acesso a recursos exclusivos. "Tivemos sorte", diz Duffy. "Podíamos pagar por tudo." Mas muitos não podem.
A luta desta família levou-os a refletir sobre o problema nos Estados Unidos. Em 2013, eles fundaram a Water Stone Clinic, um centro privado de transtornos alimentares em Toronto. Eles fazem yoga, terapia de arte e participam na preparação de refeições, construindo habilidades na vida real com uma equipe de apoio empática. Os programas funcionam nos dias da semana das 8h às 14h, e até agora, não tem lista de espera. Porém essa abordagem é onerosa: aproximadamente US$ 650 por dia.

A família criou a Fundação Water Stone - uma instituição de caridade que fornece ajuda a pacientes que não podem pagar o tratamento. Os candidatos são avaliados por dois comitês que tomam uma decisão baseada na necessidade clínica e financeira. David Choo Chong foi o primeiro a se beneficiar da fundação. Ele havia tentado muitos programas, mas nenhum foi bem sucedido. A fundação pagou metade do tratamento. Dois anos depois, Choo Chong, feliz e estável diz "Water Stone me ajudou a encontrar quem eu sou".

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Roberta Darc

Título:Um caminho para curar o transtorno alimentar

Autor:Roberta Darc(todos os textos)

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