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Evolução das ferramentas agrícolas

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Ferramentas
Visitas: 653
Comentários: 9
Evolução das ferramentas agrícolas

Do princípio da agricultura até os dias atuais, o homem utiliza várias ferramentas que torna fácil o trabalho no campo. Muitos instrumentos rudimentares ainda são utilizados hoje, pois são simples de usar, fáceis de obter e custam relativamente pouco ao lavrador.

Os primeiros instrumentos agrícolas eram rudimentares, feitos de pedra, madeira, chifre ou osso. Alguns vestígios encontrados em sítios arqueológicos revelaram que os primeiros agricultores da Europa utilizavam enxadões de pedra e os incas enterravam os grãos de milho com um pau comprido.

Ha mais de 1200 anos A.C. os assírios, descobriram o ferro e isso levou a produção dos instrumentos agrícolas e de armas de guerra feitos de metais, possibilitando ainda mais o avanço da agricultura.

O uso de instrumentos agrícolas teve em algumas regiões, sobretudo de difícil acesso, uma lenta evolução, sendo freqüente o uso de instrumentos rudimentares em zonas rurais onde é muito simples a plantação, a colheita dos produtos agrícolas ou a criação de animais. As respetivas populações não sentiam necessidade de recorrerem a culturas mais trabalhosas, como é o caso dos cereais, e não aderiram facilmente à atividade agrícola. Esta situação teve inevitáveis efeitos na dinâmica do seu desenvolvimento.

Até ao século XVIII, os instrumentos básicos não receberam grandes melhorias. O feito mais importante foi substituir componentes de maneira por metais.

A invenção da enxada possibilitou o aumento da produção, a melhoria da produtividade nos campos, revolucionou a vida rural das populações e as condições de vida dos camponeses. As primeiras enxadas eram de pedra polida ou de madeira. Com o aparecimento dos metais foi possível um grande avanço na agricultura. Entre os instrumentos de trabalho mais usados na agricultura podem citar-se os primeiros arados, grades constituídas por uma tábua da qual saíam pregos, os tonéis, pipas e cubas para o vinho e o azeite, os cabos da foice, da enxada e do martelo.

O ancinho ou rastelo é composto de uma placa de metal com dentes e fixada a um cabo. Serve para juntar e empilhar palha ou capim. O forcado tem formato semelhante ao de um garfo e em geral é munido de três dentes, mais longos e pontiagudos do que os do rastelo.

Como instrumentos de corte se empregam o facão, a foice, de cabo curto e lâmina curva apropriada para cortar o capim, e o alfanje, similar à foice, porém com o cabo mais comprido, possibilitando o corte bem próximo ao chão.


Cláudio Júnior

Título: Evolução das ferramentas agrícolas

Autor: Cláudio Júnior (todos os textos)

Visitas: 653

807 

Imagem por: Unhindered by Talent

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Comentários     ( 9 )    recentes

  • Cirle

    25-02-2015 às 11:26:34

    AMEI! minha criação de escravos pesquisaram e eu achei espectacular! PARABÉNS, sei bem como é difícil trabalhar com essas ferramentas por esse motivo nunca vou dar uma ferramenta que seja mais fácil de manusear

    ¬ Responder
  • maria luiza

    22-07-2014 às 14:49:43

    bom mas precisa de mais fotos

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    16-04-2014 às 18:51:40

    Muito bom o seu texto, Cláudio! Parabéns!

    A equipa da Rua Direita

    ¬ Responder
  • Mariana

    03-03-2014 às 17:51:24

    Eu acho esse site bom mas falta imagem mas mesmo assim foi útil para o meu trabalho.

    obg!

    ¬ Responder
  • rafael m colombellirafael m colombelli

    04-07-2012 às 14:27:01

    mais ou menos podiam ponhar fotos

    ¬ Responder
  • felipe

    06-03-2014 às 00:29:39

    bom

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoFilipa Alves

    17-05-2012 às 12:22:08

    Deveriam ser mais específicos , nas informações que dão , daí essas informações serem úteis , obrigada .

    ¬ Responder
  • maria claramaria clara

    10-04-2012 às 02:00:28

    odiei esse site

    ¬ Responder
  • mariomario

    23-03-2012 às 11:11:50

    falta trator bando de burro

    ¬ Responder

Comentários - Evolução das ferramentas agrícolas

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Superstições Náuticas

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Barcos
Superstições Náuticas\"Rua
Todos temos as nossas manias e superstições. Não que se trate de comportamentos compulsivos, mas a realidade é que mesmo para quem diz que não liga nenhuma a estas coisas, as superstições acompanham-nos.

Passar por baixo de uma escada, deixar a tesoura, uma porta de um armário ou uma gaveta aberta ou até deixar os sapatos em posição oposta ao correcto, são das superstições mais comuns. As Sextas-feiras 13 também criam alguma confusão a muita gente, mas muitos são os que já festejam e brincam com a data.

Somos assim mesmo, supersticiosos, uns mais do que outros, mas é uma essência que carregamos, mesmo que de forma inconsciente.

Existem no entanto profissões que carregam mitos mais assustadores do que outros, e por exemplos muitos actores não entram em palco sem mandar um “miminho” uns aos outros.

Caso de superstição de marinheiro é dos mais sérios e se julga que se trata só de casos vistos em filmes de piratas, desengane-se. Os marinheiros dos dias de hoje carregam superstições tão carregadas de emoção quanto os de outros tempos.

Umas mais caricatas do que outras, as superstições contam histórias e truques. Por exemplo, contra tempestades, muitos marinheiros colam uma moeda no mastro dos navios.

Tal como fazem os actores, desejar boa sorte a um marinheiro antes de embarcar, também não é boa ideia. Os miminhos dados antes de entrar em palco também servem para o efeito.

Dar um novo nome a um barco é uma péssima ideia para um marinheiro. Dizem que muitos há que não navegam em barcos rebaptizados.

Lembra-se que os piratas de outros tempos utilizavam brincos? Pois isto faz parte de uma superstição. Dizem que os brincos evitam que se afoguem.

Entrar com um pé direito na embarcação é sinal de bons ventos. Tal como acontece com muitos de nós, os marinheiros também não gostam de entrar de pé esquerdo.

Já desde remotos tempos se dia que assobiar traz tempestades. Ora aqui está um mote dos marinheiros, pelo que se assobiar numa embarcação, arrisca-se a ter chatices com o marinheiro.

Verdades ou mentiras, as superstições existem e se manter os seus próprios mitos acalma um marinheiro, então que assim seja. Venham as superstições náuticas que cá estamos para as ouvir.

Já agora uma curiosidade ainda maior. Dizem que se tocar a gola de um marinheiro passará a ter sorte. Será verdade ou foi um marinheiro que inventou?

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Carla Horta

Título:Superstições Náuticas

Autor:Carla Horta(todos os textos)

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Comentários

  • Rua DireitaRua Direita

    17-06-2014 às 06:39:27

    Não acredito em superstições de forma alguma.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

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