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Companhias de Aviação Low Cost – A Revolução dos Ares

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Viagens
Visitas: 2
Comentários: 1
Companhias de Aviação Low Cost – A Revolução dos Ares

Até há alguns anos atrás, fazer uma viagem de avião era um luxo a que poucas pessoas se podiam dar. Os preços de uma viagem eram demasiado altos para uma família média, imaginemos que composta por quatro pessoas, poder ir passar uns dias a um qualquer destino um pouco mais longínquo ou para reduzir o orçamento de uma viagem de negócios.

Estas companhias começaram a surgir no panorama internacional no início dos anos 1990 nos Estados Unidos e têm-se vindo a desenvolver desde então. Hoje em dia, é possível encontrar voos low cost para quase todos os destinos do mundo a preços irrisórios.

A estratégia destas empresas de aviação é a de eliminar alguns dos serviços que apresentam. A Internet veio revolucionar este mercado, uma vez que as viagens são, na sua maioria, reservadas por este meio.
O comprador entra no site de uma determinada companhia aérea, escolhe o destino e a data que pretende e depois existe uma multiplicidade de serviços que pode requerer ou não, como por exemplo a quantidade de malas que apresenta no check-in, a aquisição de seguro de viagem ou a reserva de entrada prioritária no avião, uma vez que muitos voos não têm lugares marcados. Estas são algumas das variantes que se podem encontrar aquando da reserva e que vão determinar o preço. Para qualquer problema ou dúvida que exista sobre o voo, as companhias têm linhas telefónicas diretas através das quais o cliente pode contactar.

Muitas destas companhias também fazem contenção de custos ao longo do voo. Por exemplo, as refeições são servidas apenas por pedido, assim como outros serviços que complementam a viagem nos voos das companhias aéreas tradicionais. Os aviões também têm uma estrutura diferente, uma vez que, por norma, não existe a distinção entre classes de voo, de modo a que o espaço físico possa albergar mais lugares.

Há que referir ainda o facto de que os aviões destas companhias estão em perfeita concordância com as normas e requisitos internacionais de voo. A segurança continua sempre a ser um factor privilegiado para quem viaja de avião, pelo que são viagens perfeitamente seguras de se fazerem.

Existem pessoas que não prescindem dos confortos oferecidos por uma companhia aérea tradicional. Para viagens de longa duração, e apesar do preço, continuam a ser a melhor escolha. No entanto, uma grande maioria prefere economizar na viagem para depois poder usufruir de um pouco mais de dinheiro ao longo da sua estadia, seja num hotel um pouco melhor ou num restaurante um pouco mais caro...



Luís Seco Passadouro

Título: Companhias de Aviação Low Cost – A Revolução dos Ares

Autor: Luís Seco Passadouro (todos os textos)

Visitas: 2

673 

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    15-06-2014 às 01:45:14

    Graças à a viação low cost as pessoas ficaram acessíveis a viagens que antigamente eram a poucas pessoas. Que genial essa mudança! Tudo de bom...
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - Companhias de Aviação Low Cost – A Revolução dos Ares

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Pulp Fiction: 20 anos depois

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

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Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

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