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Uma Bela Amizade É Fundamental

Categoria: Relacionamentos
Uma Bela Amizade É Fundamental

A amizade é algo que simplesmente não pode ser exagerada, de constantes cobranças. Não deve ser algo extremo na nossa vida, por exemplo, esperar muito dela, pois tem que ter equilíbrio!

Também é muito importante ter uma bela amizade, pois somos seres que criamos hábitos rapidamente e precisamos de pessoas fortes, que nos ajudem a crescer e a compartilhar nossas alegrias e tristezas.

No entanto, a amizade é algo que nós, como sociedade, prestamos pouca atenção. Não o valorizamos como deveríamos e não confiamos nos outros por medo de nos decepcionarmos.

Procuramos ganhar dinheiro, alcançar o sucesso, encontrar o amor e ter uma família, mas, muitas vezes, esquecemos-nos de fazer amigos, deixando-os em último lugar, quando apenas sobrar tempo.

Porque devemos cultivar belas amizades?
- Somos criaturas sociais
Há uma enorme quantidade de evidências em áreas como antropologia e psicologia evolutiva comprovando que, o ser humano, é uma criatura extremamente gregária (tendência que leva os homens ou os animais a se juntarem, perdendo, momentaneamente, suas características individuais). Fonte: Wikcionário.

Durante a maior parte da nossa história vivemos em grupos e comunidades onde conhecemos muitas pessoas e que interagem uns com os outros numa base regular. Era uma norma viver em sociedade, juntos com os outros.

Isso até recentemente, pois começamos a nos isolarmos dos outros em nossas casas e apartamentos espaçosos, talvez vivendo com uma ou duas pessoas, que esperamos cumprir todos os papéis cruciais que requerem em nossas vidas.

Não só isso, nós, humanos, gostamos de conviver com os outros, porque nós precisamos deles. As pessoas que não se socializam por períodos prolongados de tempo começam a sentir solitários, deprimidos, mal fisicamente e até mesmo com pensamentos suicidas.

Vamos dar uma olhada em alguns dos benefícios específicos que os amigos trazem para a nossa existência.

- A amizade gera uma conexão profunda
Estas semelhanças significativas criam uma conexão profunda. Há uma forte ligação entre você e seus amigos. E esse vínculo com outras pessoas dá à vida muito mais efeito.

- Seus amigos aceitam você como é
Eles fazem você se sentir apreciado e, mais importante, eles fazem você se sentir digno de apreço. Você não sente a necessidade de gerar sempre uma boa impressão na frente deles.

- Interagir com os amigos é muito divertido.

Desde que seus amigos são pessoas que se conectam em um nível profundo e as pessoas aceitam você como é, sair com eles não poderia ser outra coisa senão uma verdadeira diversão.


Rafaela Coronel

Título: Uma Bela Amizade É Fundamental

Autor: Rafaela Coronel (todos os textos)

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Comentários - Uma Bela Amizade É Fundamental

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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