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Igreja do Santissimo Sacramento do Carvalhal

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
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Igreja do Santissimo Sacramento do Carvalhal

A igreja do Santíssimo Sacramento é constituída por três naves, foi mandada edificar segundo a tradição, pela Rainha Dona Leonor, sofreu várias alterações ao longo dos séculos, mas oferece interesse com o seu revestimento de azulejos tipo tapete datados do século XVII, duas esculturas, uma de pedra, do século XVI, representando Santo André e outra de madeira do século XVII representando Nossa Senhora da Piedade, e duas pinturas, uma um painel situado na nave lateral esquerda da igreja e outra, o primitivo retábulo mor constituído por cinco painéis e que se encontra atualmente na sacristia e está atribuído ao pintor maneirista António da Costa, a talha dourada do altar-mor é também de um trabalho extraordinário.
Na sacristia encontram-se ainda duas pinturas sobre madeira, quinhentistas, com a representação de S. Francisco de Assis e S. Bernardo.

A construção desta igreja é atribuída à Rainha Dona Leonor, contudo sofreu várias alterações ao longo dos tempos, e no seu portal é possível ver gravada a data 1700, esta remodelação do século XVIII terá sido a ultima grande remodelação e foi durante a mesma que procederam à construção da torre sineira.

É uma igreja de três naves, coberta por tetos de madeira de três planos e separadas por tramos de arcos sobre colunas de ordem toscana. O altar-mor de talha dourada tem colunas salomónicas de mármore e está ornamentado por várias imagens, das quais se destaca a escultura de pedra do século XVI representando S. Sebastião.

A nível da azulejaria, esta igreja tem as suas paredes revestidas de azulejos azuis e amarelos, do tipo tapete do século XVII. Nas empenas e no vão dos arcos encontram-se alguns embutidos cerâmicos com o símbolo do Santíssimo Sacramento, duas virgens e o menino.
O altar do Evangelho, localizado na nave lateral esquerda da igreja, ostenta um retábulo de pedraria do século XVII, com uma pintura sobre tábua da mesma época, onde é possível observar uma cena do Juízo Final, onde S. Miguel intercede pelas almas.

Na sacristia sobre o arcaz, está o retábulo que se encontrava no altar-mor antes da reforma barroca, datado dos fins do século XVI (segundo o livro Tesouros de Portugal). O Retábulo é constituído por cinco painéis que estão enquadrados por colunas clássicas com capitéis. A pintura é feita sobre madeira, a temática trabalhada pelo autor é claramente cristã, onde se encontra a representação dos passos da vida de Cristo, assim da esquerda para a direita encontramos no primeiro painel O Pentecostes, no segundo O anjo S. Gabriel, no terceiro A Última Ceia, no quarto A Ressureição e no último a Virgem e a Anunciação. Esta pintura foi atribuída ao pintor maneirista António da Costa e tem afinidades com as obras tardias da oficina de Diogo Teixeira.


Sónia Henriques

Título: Igreja do Santissimo Sacramento do Carvalhal

Autor: Sónia Henriques (todos os textos)

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Pulp Fiction: 20 anos depois

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

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Carla Correia

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Autor:Carla Correia(todos os textos)

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