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O casamento e a família na Idade Média

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
Visitas: 437
Comentários: 3
O casamento e a família na Idade Média

Na Europa, nem sempre o casamento constituíu uma união de amor ou resultou da vontade e escolha de duas pessoas, como acontece na atualidade.

Originalmente, nesta época, entre as famílias nobres, o casamento era combinado e negociado.
Este era sim, o resultado de interesses políticos e económicos comuns, funcionando como uma aliança para assegurar a condição social e económica,à semelhança do que ainda acontece em muitas partes do mundo.

O clima de guerra da Idade Média, bem como a insegurança, favoreceu a solidariedade e proteção entre a família alargada, que era formada por pais, avós, tios, sobrinhos e primos paternos e maternos.

De tal modo que o casamento entre primos ou parentes próximos, sobrinhos ou outros ,era muito frequente.

Os casamentos eram um meio de conservar os bens no seio dos mesmos.

A partir do século IX, este comportamento sofreu algumas alterações, evoluindo para outro modelo, assente na linhagem, ou seja, no predomínio claro de um ramo familiar principal.
A herança passou a ser reservada para o filho varão, o mais velho.

Fica deste modo, proibido o casamento entre parentes próximos, ficando sucessor o filho mais velho.

A mulher perdeu o estatuto económico e político que tinha anteriormenter e o filho mais velho deveria entrar numa ordem religiosa, ou no clero secular, ou ainda casar com uma herdeira, ou simplesmente, aventurarem-se na carreira das armas.

Quanto às filhas era obrigatório a entrada num mosteiro ou um um casamento rico.
Estas leis e regras eram controladas pela igreja, a fim de controlar os comportamentos sexuais da sociedade.

Assim, constituíu o casamento, como ato sagrado e indissolúvel, expresso na fómula: "o que Deus uniu, não se pode separar".

O casamento cristão tornou-se muito comum nesta época, realizando-se numa cerimónia dirigida por um sacerdote.

Instituíu-se assim, o casamento monogâmico e condenou-se o adultério, a homossexualidade, a prostituição e os casamentos entre a família e o clero.

A igreja ainda impõs o celibato para os clérigos e reservou para si o poder de anular os casamentos.

Os monarcas têm então o papel de regular os casamentos, juntamente com a igreja, assim como toda a sociedade.

Proibia também a barregania, ou seja, ter amantes, definindo penas, para quem as tinha. Neste caso podiam ser açoitados publicamente e expulsos de onde residiam. Os homens podiam ser condenados à morte.

Esta era a fórmula encontrada para controlar a sociedade em tudo. Uma questão de amor?.
Com efeito, ainda hoje se verifica, nas nossas sociedades.


Teresa Maria Batista Gil

Título: O casamento e a família na Idade Média

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • Briana AlvesBriana

    18-08-2014 às 04:57:34

    Interessante a abordagem dessa questão do casamento e a família na Idade Média. Como as coisas mudaram de uma forma bem brusca...srsrsr

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãoluciana

    14-04-2013 às 15:13:09

    de epoca é a imagem e o artista que pintou

    ¬ Responder
  • Teresa Maria Batista GilTeresa Maria Batista Gil

    17-09-2012 às 16:56:07

    O casamento na Idade Média era muito importante. Ele servia para vincular os laços familiares e o chefe da familia devia proteger a mesma.À mulher cabia o papel de cuidar da casa e da educação dos filhos e ao homem sustentar a família. e trabalhar nos campos.

    ¬ Responder

Comentários - O casamento e a família na Idade Média

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Futuro da Tecnologia, Qual o Limite?

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Informática
Futuro da Tecnologia, Qual o Limite?\"Rua
Futuro da Tecnologia, Qual o Limite?

Bom, Não é de hoje que tecnologia vem surpreendendo a todos nós com grandes revoluções e os custos que diminuem cada vez mais.
Hoje em dia é comum ver crianças com smarthphones com tecnologia que a 10 anos atrás nem o celular mais moderno e caro do mercado tinha.
Com isso surgiram sugiram vários profetas da tecnologia e visionários, tentando prever qual será o próximo passo.

E os filmes retratam bem esse tema e usam essa formula que atrai a curiosidade das pessoas.
Exemplos:

Minority report - A nova lei de 2002 (Imagem)

Transcendence de 2014

Em Transcendence um tema mais conspiratório, onde um ser humano transcende a uma consciência artificial e assim se torna imortal e com infinita capacidade de aprendizagem.
Vale a pena ver tanto um quanto o outro filme. Algumas tecnologias de Minority Report, como utilizar computadores com as mãos (caso do kinect do Xbox 360 e One) e carros dirigidos automaticamente, já parecem bem mais próximo do que as tecnologias vistas em Transcendence, pois o foco principal do mesmo ainda é um tema que a humanidade engatinha, que é o cérebro humano, a máquina mais complexa conhecida até o momento.

Eu particularmente, acredito que em alguns anos teremos realmente, carros pilotados automaticamente, devido ao investimento de gigantes como o Google e o Baidu nessa tecnologia.

Também acho que o inicio da colonização de Marte, vai trazer grandes conquistas para humanidade, porém grandes desafios, desafios esses que vão nos obrigar a evoluir rapidamente nossa tecnologia e nossa forma de encarar a exploração espacial, não como um gasto, mas sim como um investimento necessário a toda humanidade e a perpetuação da sua existência.

A única salvação verdadeira para humanidade e para o planeta terra, é que seja possível o ser humano habitar outros planetas, seja localizando planetas parecidos com a terra ou mudando planetas sem condições para a vida em planetas habitáveis e isso só será possível com gente morando nesses planetas, como será o caso do Marte. O ser humano com a sua engenhosidade, aprendeu a mudar o ambiente a sua volta e assim deixou de ser nômade e da mesma forma teremos que aprender a mudar os mundos, sistemas, galáxias e o universo a nossa volta.

Espero que tenham gostado do meu primeiro texto.
Obrigado à todos!
Até a Próxima!


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Título:Futuro da Tecnologia, Qual o Limite?

Autor:Érico da Kaercher(todos os textos)

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