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Uma pequena resenha histórica

Categoria: Motas

A história dos motociclos está intimamente ligada ao desenvolvimento inicial das bicicletas, pois foi a bicicleta que formou a base para as primeiras motos, contribuindo para a história das máquinas motorizadas.

Em 1867 um americano de nome Howard Roper construiu a primeira máquina que alguns reconhecem como uma moto – uma máquina com um motor de vapor com 2 cilindros, alimentado a carvão. Há especialistas que reclamam que por causa do carvão não seja correcto comparar esta máquina com os motociclos.

Muito sugerem que a primeira motorizada foi criada por Gottlieb Daimler – claro que obteve muito mais fama pelos seus carros – que trabalhou com Nicolaus August Otto, um especialista naquela altura em desenho e construção de engenhos.

Daimler pegou num desses engenhos e aplicou-o a um quadro de madeira de uma bicicleta. O motor de combustão interna de Otto era revolucionário e a aplicação de Daimler assegurou a construção dos que muitos consideram ser o primeiro motociclo em 1885.

Existe alguma confusão neste aspecto, porque muitos consideram que essas máquinas foram inventadas pela empresa Harley Davidson – embora essa empresa desempenhasse um papel fundamental no desenvolvimento das motorizadas, a sua produção só se iniciou vinte anos depois de Daimler construir o seu primeiro modelo.

Pese embora o facto de que a Harley Davidson rapidamente se notabilizou pelas velocidade e performance das suas máquinas, os seus inventores sempre defenderam que o objectivo era criar um meio de transporte

O facto é que as motos Harley Davidson continuam a ser hoje um dos maiores ícones do século passado.


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Título: Uma pequena resenha histórica

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Martelos e marrettas

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Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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