Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Motas > Fale ao telemóvel enquanto anda de mota

Fale ao telemóvel enquanto anda de mota

Categoria: Motas

Conduzir uma moto pode ser considerada uma actividade solitária mas a tecnologia Bluetooth está a revolucionar essa perspective, tornando muito mais fácil comunicar enquanto conduz a sua moto.

A comunicabilidade é um dado adquirido e até já se fala em fobia de se encontrar em determinadas situações sem o telemóvel – o estatuto de contactável é fulcral nos dias de hoje – agora imagine a dificuldade dos condutores de motos de comunicar mesmo apenas só com o seu passageiro, pois todo o conceito do corpo e uso de uma moto não é nada ideal para comunicar.

Na sua essência a maior parte dos modelos de moto são apenas para o seu condutor e não se está à espera de que o condutor tenha conversas longas enquanto conduz. Mas também um grande número de motoqueiros gosta de levar um passageiro consigo ou de participar numa excursão de motos e é aqui que há começam as dificuldades: par ao passageiro o lugar de pendura é um lugar muito barulhento – ir em cima do motor não é uma condição favorável para ouvir e ser ouvido; adicionemos agora o atrito sonoro da velocidade e as condições climatéricas e o facto de que o passageiro tem de falar pelas costas do condutor comunicação, estando ambos limitados pelos capacetes de protecção.

Para resolver esta pobre comunicabilidade foram criados agora os capacetes de protecção com Bluetooth incorporado, facilitando a comunicação entre o condutor e o passageiro, podendo até ajustarem-se automaticamente ao ruído de fundo.

Digamos, então, que assim também se acabou a desculpa de que não poder atender ou não ter ouvido a chamada porque estava a andar de moto…


Rua Direita

Título: Fale ao telemóvel enquanto anda de mota

Autor: Rua Direita (todos os textos)

Visitas: 0

628 

Comentários - Fale ao telemóvel enquanto anda de mota

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Pulp Fiction: 20 anos depois

Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

Pesquisar mais textos:

Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios