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Vespa, um charme italiano

Categoria: Motas
Visitas: 4
Comentários: 2
Vespa, um charme italiano

A Vespa é uma invenção que marcou uma época, o símbolo do veículo sobre duas rodas e que fez com que Itália seja conhecido com o país das Vespas. É um meio de transporte barato, funcional, económico, robusto e, de linhas leves e arredondadas, cheia de charme e elegante.

Na verdade, este veículo pode ser visto em qualquer cidade italiana, sempre em grande número, já que é o meio de transporte ideal para percorrer as ruelas históricas das belas cidades e vilas italianas, locomovendo-se com facilidade para irem todos os dias para as aulas ou para o trabalho. E os italianos têm o dom de conseguir fazer qualquer tarefa em cima dela enquanto conduzem.

A Vespa foi lançada na década de 40 do século passado, logo após a Segunda Grande Guerra. Por ser um produto simples e de baixo custo de fabricação, caiu no gosto do consumidor e seu sucesso foi absoluto. Os italianos precisavam se locomover sem gastar muito e a Vespa adequava-se a essa necessidade já que consumia pouco e tinha um preço bastante razoável. Além disso, podia ser usada em qualquer situação, sob qualquer condição climatérica. Tudo isso fez com que fosse utilizada por ricos e pobres e que aos poucos fosse conhecida em todo o mundo, em grande parte por se ter tornado um símbolo italiano usado em muitos filmes que passavam nos cinemas de todos os cantos do globo.

Esta scooter lembra uma vespa, daí o seu nome: em alusão ao ronco de seu motor “dois-tempos” com ventoinha de arrefecimento, que mais parece um zumbido.

As suas características fundamentais permitem que ela seja única no mundo: permite que o condutor deixe as pernas à sua frente e não separadas como uma motocicleta clássica, o que faz com que não seja necessário usar roupas específicas para seu uso. É fácil de conduzir por toda a gente, não suja as roupas do condutordevido à protecção da carroçaria e ainda permite levar outro passageiro com toda a comodidade.

Com o evoluir dos tempos, a Vespa tem vindo a renovar-se e continua ganhando terreno no seu segmento. Com suas linhas leves e arredondadas, grande conforto e motores com baixo impacto ambiental.



Catarina Bandeira

Título: Vespa, um charme italiano

Autor: Catarina Bandeira (todos os textos)

Visitas: 4

793 

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • Sofia NunesSofia Nunes

    17-09-2012 às 15:02:36

    Ainda que a Vespa fosse um tipo de mota de baixo custo para o consumidor à época em que surgiu, a verdade é que hoje, tendo-se tornado famosa no mundo inteiro, já não é tão acessível. Não gosto particularmente de motas, mas certamente que teria uma Vespa se pudesse investir na sua compra. Na verdade, se quando surgiu era já, como refere no seu texto, bastante charmosa, o seu design foi sempre evoluindo e melhorando.

    ¬ Responder
  • JorgeJorge

    06-05-2010 às 09:54:03

    Deixe o carinho na garagem. Saiba poupar, fique sempre com 1/2 deposito.
    A Galp e a BP agradeçem.
    Transporte rápido e fiável, na Vespa super300ie
    http://lisboacity.olx.pt/transporte-rapido-e-fiavel-na-vespa-super300ie-iid-90284895

    ¬ Responder

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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