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A Fé No Casamento

Categoria: Evangélicas
A Fé No Casamento

Muitos dizem que o amor se acaba, mas na verdade ele nunca morre, pelo contrário, só cresce a cada dia. Se o “amor” acabou é porque nunca foi amor. Quando amamos sempre damos um jeito para que a nossa aliança nunca se quebre. Não confunda paixão ou falso amor que é atraído pelo corpo com o verdadeiro amor que é atraído pelo cuidado do coração. A história do seu casamento só será um sucesso, caso haja uma fidelidade com Deus. A sociedade costuma afirmar que casamento é um fardo e é melhor não casar para evitar divórcios. Esses pensamentos são frutos de pessoas que não conhecem nem vivem com Deus. Quebre a visão deste século e viva pela fé em tudo. Salve o seu casamento pela sua fé no Senhor Jesus, Ele é o único que pode fazer isso.

Não aceite com que o seu casamento tenha data de validade e sim dure por toda a eternidade. Não acredite na visão do mundo e sim na visão de Deus para o seu relacionamento. O amor é um tesouro que Deus criou para que a humanidade crescesse. O sentimento carnal que muitos vivem pode acabar, mas a certeza operada pelo amor no Altar de Deus faz o casal ser fiel até o fim. Tudo é possível ao que crê e no casamento precisamos manifestar esta fé. Mesmo que barreiras e dificuldades apareçam para destruir o amor, a fé será a estrutura inabalável que sustentará a união. Casamento eterno vive na direção de Deus por meio do caminho apresentado pelo Senhor Jesus.

A felicidade amorosa não depende de seus sentimentos e sim de sua dependência em Deus que não pode falhar. Aquilo que Deus uniu o homem não pode separar, isto é, quando a união é feita pelo próprio Deus, não tem família, não tem igreja, não tem amigos, nada nem ninguém separa. Agora, se a união foi dividida é certo que foi apenas um sentimento ilusório, pois quem acredita no amor não desiste nunca. Antes de entregar o seu coração a alguém, entregue-o na mão de Deus. O segredo para um relacionamento inseparável é edificar o casamento sobre a Rocha Eterna, isto é, o Senhor Jesus. Edifique-se em Cristo.

O relacionamento amoroso gerado por Deus não vive isento de crises, dificuldades e falhas, não é um mar de rosas. Mas todas essas situações servem para o amadurecimento do casal. Essas situações e circunstâncias servem para alimentar o sacrifício dos cônjuges para permanecerem juntos até o fim. Não acredite nas derrotas e fracassos e sim na certeza de que no final você encontrará a sua realização. Sendo você solteiro ou casado use a sua fé dentro de seu relacionamento, nada pode resistir ao seu grande poder. Sem fé é impossível agradar a Deus e sem fé é impossível amar a ponto de não querer desistir. Quem não desiste de Deus não desiste de seu amor dado por Ele.

Que no seu casamento nunca falte atenção, o verdadeiro amor, o valor, a felicidade, a união e acima de tudo a fé viva. Faça de sua casa, de seu lar, um verdadeiro lugar de adoração a Deus. Nunca desampare o seu amor, lute e valorize ele com todas as forças todo dia. Viva o seu casamento com toda a sua fé no Senhor Jesus e em momento algum desvie seus olhos da vontade de Deus. Viva ao lado de seu amor assim como tem andado com Deus. Antes de confiar em alguém, confie a sua vida na mão de Deus. Use a fé em seu casamento e assim ele será blindado para sempre contra qualquer derrota e fracasso. Amém? Seja feliz em seu relacionamento!


Natanael Genoel

Título: A Fé No Casamento

Autor: Natanael Genoel (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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