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A arte em Itália

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Arte
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Comentários: 2
A arte em Itália

O Cortejo nupcial ou Baú Adimari, de Giovanni di ser Giovanni Guidi, é uma tábua frontal de um baú, onde se guardavam, antigamente, as roupas. Estamos perante um desfile de elegantes figuras sobre uma tenda, que liga um edifício de um tom terroso suspenso por traves de madeira e uma arcada de mármore. Ao fundo vemos o formato octogonal do Batistério.

Nossa Senhora do mar, de Sandro Botticelli, é uma pintura simbólica. A estrela sobre o manto azul está ligada ao nome de Maria em hebraico, Miriam (stella maris). Ao colo da Virgem está o Menino, que segura uma romã e leva um bago à boca. A romã é um símbolo do Cristianismo.
São João Batista, de Filippino Lippi, uma obra datada de 1496, mostra o próprio São João Batista muito magro e pálido num estreito nicho. Segura entre os dedos uma cruz fina, o seu atributo. A pose da sua figura aspira ao divino.

A Deposição da cruz, de Filippino Lippi, que morreu antes da obra terminada, e Pietro Perugino, que assumiu a obra após a morte deste, é uma pintura que mostra uma das cenas da Paixão de Cristo, a deposição da cruz. Três homens em duas escadas tentam tirar com fitas coloridas o corpo de Jesus Cristo da cruz. São João Batista segura as pernas de Cristo. À frente da cruz, de costas para o observador, está Maria Madalena de longos cabelos ajoelhada. No lado esquerdo da composição vemos Nossa Senhora pálida sustentada por três mulheres.
A Santissima Trindade, de Mariotto Albertinelli, é uma obra onde podemos ver a Santíssima Trindade: o Pai, sobre uma nuvem, o Filho, na cruz crucificado e o Espírito Santo, uma pomba branca com asas abertas. É uma pintura inspirada na obra de Masaccio, Santa Maria Novella.
A Entrada de Cristo em Jerusalém, de Santi di Tito, é uma cena descrita pelos Evangelistas, na Páscoa, antes da sua morte. Jesus chega a Jerusalém montado num burro e a multidão recebe-o com ramos de oliveira. Ao fundo vemos uma muralha.

Madalena, do Mestre da Madalena, uma tábua datada do século XIII, é uma obra que contém Madalena em grande destaque rodeada em cenas da sua vida.

Daniela Vicente

Título: A arte em Itália

Autor: Daniela Vicente (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • SophiaSophia

    17-06-2014 às 03:20:12

    Quando estudamos a arte na Itália, podemos aprender uma magnitude história de beleza e originalidade. Adorei!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • Teresa Maria Batista GilTeresa Maria Batista Gil

    18-09-2012 às 14:13:19

    A Itália foi considerada no século XVI o berço do Renascimento.Como as cidades italianas estavao localizadas próximo da costa permitiam um a maior comunicação e contato com outros povos.assim desenvolveu-se uma nova cultura e uma arte de rara beleza.A Itália ficou repleta de monumentos grandiosos que ainda hoje se destacam pela sua riqueza e sumptuosidade.

    ¬ Responder

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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