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Museu Hermitage de São Petersburgo

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Arte
Visitas: 4
Museu Hermitage de São Petersburgo

Catarina II, na sequência da aquisição de obras de arte a Johann Ernst Gotzkovski, um comerciante alemão, mandou edificar um pavilhão no palácio de inverno, residência imperial. Só foi oficialmente aberto pelo czar Nicolau I, em 1852. Durante o século XIX, a coleção aumentou consideravelmente, obrigando à edificação do Novo Hermitage pelas mãos do arquiteto Leo von Klenze.

No Museu Hermitage de São Petersburgo podemos encontrar muitas obras de artistas do conhecimento geral do público, especializado em arte ou não: Nicolas Poussin, Tancredo e Hermínia; Claude Lorrain, Repouso na fuga para o Egito; Lucas Cranach, o Velho, Vénus e Cupido; Leonardo da Vinci, Madonna Benois e Madonna Litta; Giorgione, Judite; Tiziano Vecellio, Nossa Senhora com o Menino e Madalena; Paolo Veronese, Pietà; Raffaello Sanzio, Madonna Connestabile; El Greco, São Pedro e São Paulo; Diego Velásquez, O almoço; Jusepe de Ribera, São Jerónimo escuta o som da trompa; Francisco de Zurbaran, A Virgem menina em oração; Antonio Canova, Eros e Psique; Anton Van Dyck, Retrato de jovem com menino; Peter Paul Rubens, Jantar em casa do fariseu; Roger van der Weyden, São Lucas Retrata Nossa Senhora; Rembrandt van Rijn, Retrato de Saskia nas vestes de Flora; Jacques Louis David, Safo e Faone; Claude Monet, Mulher no jardim em Saint-Adress; Alfred Sisley, Vista de Villenevue-la-Garenne sobre o Sena; Vicente Van Gogh, Espectadores na arena; Paul Signac, O porto de Marselha; Paul Gauguin, Ea Haere ia oe; Caspar David Friedrich, Amanhecer nas montanhas, entre outros.

Na Madonna Benois, de Leonardo da Vinci, a Virgem oferece uma flor ao Menino. Este olha atentamente para aquele novo elemento na sua vida. A flor é simbólica, pois é um crucífero, anunciando a crucificação. A Virgem é uma figura muito alegre e amável.

O Retrato de Saskia nas vestes de Flora, de Rembrandt, contém uma mulher emergindo da escuridão. Possui as vestes de Flora, a deusa da primavera. Na cabeça, uma grinalda de flores completa as suas vestes.

A obra Ea Haere ia oe, de Paul Gauguin, resulta da permanência de Gauguin no Taiti. Usa uma paleta rica em cores para retratar esta natureza luxuriante. Em primeiro pano, está uma mulher que segura uma cabaça, símbolo da fertilidade. A flor que tem atrás da orelha transmite grande sensualidade.


Daniela Vicente

Título: Museu Hermitage de São Petersburgo

Autor: Daniela Vicente (todos os textos)

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Martelos e marrettas

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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Título:Martelos e marrettas

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