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Museu de História de Arte em Viena

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Arte
Museu de História de Arte em Viena

O Kunsthistorisches Museum nasceu em 1781 por obra de José II, sendo transferido em 1891 para um edifício projetado por Gottfried Semper e Karl von Hasenauer. As obras foram compradas ao longo do tempo. O imperador Rudolfo II e Fernando II, arquiduque do Tirol, foram os primeiros a começar esta coleção. Seguiu-se o arquiduque Leopoldo Guilherme, que enriqueceu bastante esta coleção. No século XVIII, a imperatriz Maria Teresa decidiu também apoiar esta coleção com mais obras de arte. Neste museu de História da Arte podemos ver antiguidades egípcias, clássicas, bronzes do renascimento e objetos preciosos e um gabinete numismático.

Neste museu fantástico situado em Viena podemos encontrar artistas e obras como:

Benvenuto Cellini, Saleiro; Giuseppe Arcimboldo, Alegoria do fogo; Caravaggio, David com a cabeça de Golias; Tiziano Vecellio, Lucrécia e Tarquínio Colatino, Violante, Danae e Retrato de Jacopo Strada; Moretto, Santa Justina e um devoto; Veronese, Lucrécia que se trespassa; Paris Bordone, Mulher com vestido verde; Andrea Mantegna, São Sebastião; Antonello de Messina, Pala de São Cassiano; Giorgione, Retrato de uma jovem e Os três filósofos; Corregio, Rapto de ganimedes; Parmigiano, Cupido que esculpe o arco; Raffaello Sanzio, Nossa Senhora do prado; Perugino, Batismo de Cristo; Diego Velázquez, Filipe IV, rei de Espanha; Lucas Cranach, o Velho, As princesas Sibila, Emília e Sidónia da Saxónia; Albrecht Dürer, O imperador Maximiliano; Hans Holbein, o Jovem, Retrato de Jane Seymur; Pieter Bruegel, o Velho, A torre de Babel; Peter Paul Rubens, Helene Fourment; Jan Veermer, O pintor e o seu modelo como Clio; David Teniers, o Jovem, O arquiduque Leopoldo Guilherme na sua pinacoteca em Bruxelas; Jan van Eyck, O cardeal Niccolò Albergati, Hugo van der Goes, O pecado original, Hans Memling, Tríptico, Hieronymus Bosch, Cristo carregando a cruz, entre outros.

Danae, de Tiziano Vecellio, mostra Danae estendida na cama, e Zeus, transformado em ouro, tenta chegar a ela. A ama, tentando evitar que Danae conceba de Zeus, tenta apanhar e desviar as moedas do leito de Danae. No entanto, já conseguimos ver algumas moedas na cama, sendo a fecundidade inevitável.

São Sebastião, de Andrea Mantegna, contêm o próprio santo amarrado a uma coluna e trespassado por setas. O martírio encontra-se em primeiro plano, dissipando-se no horizonte uma estrada.

Daniela Vicente

Título: Museu de História de Arte em Viena

Autor: Daniela Vicente (todos os textos)

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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