Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Arte > A beleza de Da Vinci

A beleza de Da Vinci

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Arte
Visitas: 4
Comentários: 1
A beleza de Da Vinci

Poucos são os que não conhecem, mas mesmo para esses, o nome não lhes é estranho e no mínimo já ouviram dizer qualquer coisa.

Falar de arte, independentemente da era ou época e não falar de Leonardo Da Vinci é quase como cometer um crime.

Se para si Da Vinci foi um pintor, saiba que este homem de ar carregado e assustador, foi muito mais do que isso.

Leonardo di Ser Piero Da Vinci, nasceu em Italia e é ainda hoje considerado uam das personagens mais importantes de toda a história renascentista. Mais do que um pintor, Da Vinci foi inventor, escultor, arquiteto, poeta, músico, matemático e cientista. Foi antes de tudo, um verdadeiro criador.

A busca incessante de Da Vinci pela procura e a ambição desmedida pelo conhecimento aprendizagem e criação, levaram Leonardo Da Vinci a ser reconhecido ainda em vida pelo seu extraordinário talento. Foi-lhe ainda atribuída a distinção de impulsionador da aviação e da balística.

Considerado louco por uns, Leonardo Da Vinci é hoje considerado um dos maiores pintores de todos os tempos.

Nascido de uma relação fogosa entre uma camponesa e um notário, Da Vinci passou toda a sua adolescência rodeado de artistas que o influenciaram positivamente e lhe permitiram que permanentemente se sentisse insaciado pela experiencia de novas técnicas.

Bem cedo, Da Vinci dá mostras do seu potencial quando ajuda o seu mestre Verrocchio a pintar “O Batismo de Cristo”. Neste quadro, o jovem artista retrata um anjo que segura a túnica de Jesus de forma tão superior que o mestre terá decidido nunca mais pintar.

As técnicas trabalhadas e uma imaginação soberba levaram Leonardo Da Vinci a criar o quadro mais conhecido, copiado e mais valioso de todos os tempos – A Mona Lisa (Também conhecida como La Gioconda). Esta obra notável encontra-se protegida no Museu do Louvre em França e foi uma das obras retratadas no fantástico livro “O Código Da Vinci” de Dan Brown.

Neste quadro, o artista mostra-nos a sua técnica de sfumato (após a feitura da pintura a óleo, quando esta ainda se encontra fresca, a tela é pintada com verniz). Se estudarmos bem a pintura do quadro, não conseguimos reparar nas marcas do pincel.

Apesar de outras obras magníficas (“A Virgem dos Rochedos” e “A Última Ceia”), Mona Lisa retrata o perfeccionismo do artista. A apresentação de uma mulher da época, com um sorriso doce e sedutor, e com o carismático olhar que nos persegue.

Um artista com dotes inegáveis e inigualáveis que marcou a história do mundo.


Carla Horta

Título: A beleza de Da Vinci

Autor: Carla Horta (todos os textos)

Visitas: 4

662 

Imagem por: oddsock

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários     ( 1 )    recentes

  • Daniela VicenteDaniela Vicente

    17-09-2012 às 21:25:28

    para quem não sabe Leonardo da Vinci foi pintor por acidente. a sua área sempre foi a construção de máquinas inovadoras. as áreas em que dedicou durante a sua vida são inúmeras e em todas foi excelente e deixou um óptimo referencial para os seus percursores. ninguém tem informações que chegue para afirmar que Leonardo da Vinci. muitas são as especulações que envolvem este mestre do Renascimento, mas não se iluda. parabéns pelo tema.

    ¬ Responder

Comentários - A beleza de Da Vinci

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Ler próximo texto...

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

Pesquisar mais textos:

Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

Imagem por: oddsock

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios