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Os segredos de uma guitarra

Os segredos de uma guitarra

A guitarra é um instrumento de quatro a doze cordas com um corpo em forma de oito e um braço ao longo do qual as cordas estão tensas.

Este é um dos instrumentos mais ecléticos, uma vez que existe numa multiplicidade de tons e formatos e pode ser adaptada a praticamente todos os estilos musicais.

Há registos de instrumentos parecidos à guitarra desde há cinco mil anos. A cítara romana e o alaúde árabe são outros ascendentes deste instrumento.

Com o passar dos séculos, a guitarra acústica ganhou variações, ditadas de acordo com as características do instrumento, como por exemplo o tamanho e o formato da caixa de ressonância, o comprimento do braço, o tipo de cordas, a abertura frontal ou ainda o próprio tamanho.

Ao escolher uma guitarra, há que ter em conta estes factores. Antes de mais, há que saber adequar o instrumento ao tipo de música que se pretende tocar. Por exemplo, a guitarra de doze cordas, além de ter um método de tocar diferente da guitarra de seis cordas, transmite um tipo de som que poderá não se adequar ao que se pretende. Para dedilhar, existem guitarras que podem não se adequar ao facto de se quererem tocas acordes corridos.

Apesar de já se tocar desde há vários milénios, há sempre segredos que podem ser descobertos e que soam bem ao ouvido…


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Título: Os segredos de uma guitarra

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Martelos e marrettas

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Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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