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Briófitas

Categoria: Outros
Briófitas

As Briófitas elas são plantas avasculares e de pequeno porte.Essas plantas são encontradas em meio terrestre úmido e aquático doce.

O corpo dessas plantas briófitas é um talo , ela possui um talo e nesse talo possui alguns tecidos simples, organizados , porem não há tecido condutor.Nas células das plantas briófitas existem pequenos e muitos cloroplastos.O tamanho das plantas briófitas estão relacionado a ausência de vasos condutores.

E o transporte de água ao longo do corpo dessas plantas é lento,que ocorre por difusão de célula,já que não possuem vasos condutores.O tamanho das briófitas não são grandes,elas são de pequeno porte, e podem chegar ate 10 cm em ambientes muito úmidos.Existem muitas briófitas conhecidas e entre elas as mais conhecidas são as Hepáticas ,antocerofilas e os musgos.

Nas briófitas hepáticas terrestres e aquáticas o talo é uma lamina extremamente delgada..Nas espécies que são aquáticas , ele forma aglomerados na superfície de represas e de lagos,já nas terrestres , o gametófito apóia no solo por meio derizoides, assim parecendo um aspecto de laminas bifurcada.

As briófitas antocerofilas é um pequeno grupo, por cerca de cem espécies, sendo que as do gênero Anthoceros são as mais conhecidas delas.O talo delas tem uma aparência como o das hepáticas ,lembra o talo das hepáticas, mas não possui aparência de lamina bifurcada.

Já os musgos são mais comuns. O talo dos musgos lembra um vegetal superior, sendo reto e crescendo a partir do solo. Existem musgos muitos pequenos, assim formando tapetes aveludados em paredes úmidas e em barrancos úmidos.
As briófitas são muitos importantes e apresentam grande importância ecológica,como muitas espécies de musgos que formam turfeiras que é por acumular quantidades consideráveis de umidade.E em alguns países a turfa seca ela é utilizada pelo homem como combustível.

No passado as briófitas, elas eram abundantes na água,porem não tinham condições de invadir o meio terrestre,pois era desfavorável.Mas isso aconteceu após a modificação ambiental promovida pelas plantas vasculares primitivas, que assim criaram um ambiente favorável para a instalação das primeiras briófitas em locais que antes elas não conseguiam ter seu espaço.

As briófitas podemos encontrá-las em de solo úmidos, fendas de calçadas, telhados de residência e em outros lugares.


Vanessa Camila Borri

Título: Briófitas

Autor: Vanessa Camila Borri (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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