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A sociedade está doente, mas podemos ajuda-la

Categoria: Outros
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A sociedade está doente, mas podemos ajuda-la

O desemprego nos centros urbanos tem sido um constante problema para a sociedade e traz graves consequências; tais como o surgimento de favelas, um crescente número de menores desamparados, fome, subnutrição, doenças, além da vadiagem, dos roubos e dos crimes.

O aumento do número de favelas nas grandes cidades deve-se ao fato da falta de emprego para as famílias que habitam estes lugares. Estas, sem dinheiro para ir a outro lugar, e sem ter como se sustentar e ter uma casa decente, acabam construindo habitações precárias em morros e lugares onde obviamente, não se concentra a população empregada. Um exemplo disso é o Rio de Janeiro, onde o número de pessoas sem emprego cresce cada vez mais, vivendo em situações ruins, não tendo como mudar isso.

Além do aumento do número de pessoas vivendo em casas precárias, há também o crescente número de menores desamparados, que, sem ter como arranjar um emprego para suprir suas necessidades, acabam vivendo nas ruas, passando fome sem ter de onde tirar dinheiro até mesmo para se vestir.

A subnutrição, a falta de higiene adequada e falta de informação acabam as fazendo contrair diversas doenças. Estes, desempregados, não conseguem pagar os estudos, nem têm de onde tirar dinheiro para suprir tais necessidades.

Para tentar terminar com tais problemas, e cansados de viver sem emprego, sempre à margem da sociedade, e não tendo como garantir o próprio sustento de forma honesta, acabam aderindo a tão mal falada vadiagem, aos roubos aos crimes, justamente por falta de opção e de oportunidades melhores. Este problema aumenta o índice de mortes e prisões, gerando cidades onde as pessoas têm medo até mesmo de sair nas ruas; e onde a própria polícia, que deveria defender e proteger a população, se vende afim de não sofrer retaliações por meio dos marginais.

Alguns programas do governo como o Bolsa família, ajudam a minimizar um pouco a situação, mas não é uma solução definitiva. Empresas e mais empresas tem se conscientizado e colocado em prática várias formas de ajudar tais seres humanos; mas acredito que cada um de nós pode fazer a sua parte, se você não tem dinheiro, com certeza tem conhecimento em alguma área que poderia vir ajudar estas pessoas a terem alguma perspectiva de vida. Pense, conscientize-se e venha para esta causa, por um mundo melhor e um futuro diferente.


Clarissa Reinoco Machado

Título: A sociedade está doente, mas podemos ajuda-la

Autor: Clarissa Reinoco Machado (todos os textos)

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • Claudia Reinoço Machadoclaudia

    24-01-2016 às 11:01:31

    concordo com vc,a pergunta é -Oque estamos fazendo em relação a tudo isso?

    ¬ Responder
  • Adriana SantosAdriana Santos

    11-01-2016 às 15:37:05

    Excelente abordagem da sociedade que a cada dia está doente. Acredito muito que é possível transformá-la! A consciência de cada um é um dos passos!

    ¬ Responder
  • Clarissa Reinoco MachadoClarissa Reinoco Machado

    12-01-2016 às 17:38:29

    Isso mesmo Adriana, as vezes a indiferença é tanta que nem parece que fazemos parte de um todo.

    ¬ Responder

Comentários - A sociedade está doente, mas podemos ajuda-la

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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