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Comunicar e interagir

Categoria: Informática
Visitas: 4
Comentários: 2
Comunicar e interagir

No início de 2004, surgiu uma rede social de conhecimentos e de relacionamentos online, que viraria uma espécie de febre, entre os usurários da Internet: o Orkut. Este site faz parte da vida quotidiana de milhões de pessoas em todo o mundo, embora sejam maioritariamente brasileiras, pois foi o Brasil o seu país fundador. O Orkut, assim como o hi5, o Ning ou o Sonico, permite reencontrar antigos amigos e estabelecer novos contactos por todo o globo.
Todos estes sites permitem inter-relação, o envio e a partilha de vídeos, links, poemas, depoimentos, scraps, frases, mensagens, etc, etc, etc.

Através da inscrição nestes sites, o usurário cria um perfil, mais detalhado ou pormenorizado, consoante os gostos, estilos ou opções pessoais. Ao acessar a página principal desse perfil, visualiza os perfis dos seus amigos; as comunidades, lembretes, notas e actualizações dos amigos, quem está online e quem visualizou o seu perfil, recorda quem faz anos nos próximos dias, além das mais variadas opções de configuração e personalização da página, inclusive colocar temas visuais, imagens ou música de fundo, upload de fotos, vídeos, adicionar amigos, bloquear residentes, troca de mensagens, scraps, depoimentos, etc…

No entanto, apesar de todos terem comunidades dos mais diversos temas, nas quais se podem debater assuntos quotidianos ou temáticos, subdivididos por temas e sub-temas, e controlados por moderadores, o Orkut é o que as leva mais a sério. Quem está inscrito no site, pode tirar dúvidas, dar formação, receber formação, anunciar eventos, criar comunidades e convidar os outros a participarem nela, trocar ficheiros e esclarecer as mais variadíssimas questões…

No fundo, como em tudo na vida, aprende-se e ensina-se…

Mas se antigamente, eram raros os que mafiosamente controlavam as idas e vindas do carteiro, hoje em dia há quem dedique o seu ócio a controlar os pormenores descritos nestes sites, colocando algumas pessoas incautas e ingénuas em perigo, que nem se apercebem dos riscos a que se expõem ao descreverem pormenorizadamente as suas vidas, ocupações e vivências …

Outrora, as pessoas viviam mais globalmente, não tinham tanto receio de se exporem, de olharem nos olhos enquanto falavam, trocavam cartas, arranjavam sempre tempo para conviver e confraternizar social e familiarmente… Hoje em dia são estas tecnologias que permitem a inter-relação fora do horário laboral, a ocupação dos tempos livres e inclusive substituem a frequência presencial numa sala de aula.

Há sempre um lado bom e um lado mau em tudo; o Yin e o Yang, estão presentes em todo o Universo, em todas as coisas, em todos os instantes… Como dizia o grande mestre Fernando Pessoa: «somos mestres e aprendizes de nós mesmos»… É com os nossos erros que aprendemos; é com as nossas cabeçadas que abrimos os olhos, de nada vale avisarem-nos senão prestamos atenção ao que nos dizem…As tecnologias podem ser muito perigosas quando mal utilizadas ou visualizadas por pessoas de má índole, sem escrúpulos ou perversas, mas também podem ser a ponte que nos conduz ao progresso, ao degrau seguinte na nossa evolução pessoal e social… Tudo é uma questão de utilização, sensibilidade e bom-senso… A imaginação é o limite…Em todo o lado, independentemente de as visualizarmos ou não. Existem pessoas boas e pessoas más, atitudes saudáveis e atitudes nefastas… Mas senão arriscarmos, não nos instruímos, não nos cultivamos, não saímos do mesmo sítio, não evoluímos…

A VIDA É UM RISCO…Mas é com os riscos que aprendemos…


Susana Farias

Título: Comunicar e interagir

Autor: Susana Farias (todos os textos)

Visitas: 4

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoFernandinho

    08-05-2014 às 15:52:29

    Este texto explicou e ajudou me muito

    ¬ Responder
  • Susana FariasSusana Farias

    26-09-2014 às 20:37:55

    :) Fico contente por ter ajudado!
    Tudo de bom!

    ¬ Responder

Comentários - Comunicar e interagir

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Pulp Fiction: 20 anos depois

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Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

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Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

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