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Dormir bem para ser mais produtivo

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Saúde
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Dormir bem para ser mais produtivo

Você sabe quantas horas de sono precisa ter para estar mais disposto no dia seguinte? A maioria já sabe, e como muitos especialistas indicam, que dormir 8 horas por dia é a quantidade ideal. Mas, segundo um estudo recente conduzido pelo pesquisador Daniel Kripke, as pessoas que dormem entre 6,5 e 7,5 horas por noite são mais felizes e produtivas.
Além disso, ainda segundo o estudo, as pessoas que costumam dormir mais que oito horas por dia podem ter problemas de saúde devido a isso. Esta é apenas uma média, mas todos sabe que dormir mais que oito horas ou menos que seis pode ser maléfico para seu desempenho.

O que ocorre quando você não dorme o necessário? Algumas pessoas apesar de dormirem apenas 4 horas por noite, conseguem se manter dispostas durante todo o dia, da mesma forma que as pessoas que dormem as 7,5 horas ideais. Nesse sentido, não existe nenhum problema, mas esse comportamento pode não ser bom para a saúde.

As pessoas que não dormem o suficiente apresentam como característica o fato de terem mais dificuldade de se concentrar em suas atividades ou, ainda, não conseguem fazer mais de uma tarefa simultaneamente. Além disso, aqueles que dormem apenas 4 horas ficam menos produtivos sem se dar conta disso, o que pode gerar uma falsa sensação de competência e segurança. Então, veja abaixo, algumas dicas para melhorar sua produtividade.

Sonecas de 20 minutos – Uma das melhores formas de restaurar o estado de alerta do cérebro é o deixar descansar um pouco. Por isso, se possível, tente tirar uma soneca de pelos menos 20 minutos durante a tarde. Tente sempre tirar esse cochilo no mesmo horário e deixe o despertador ligado para não passar da hora.

Desenvolva um ritual – Para conseguir adormecer com facilidade tente criar um ritual. Se possível, tente o seguinte: desligue a luz principal do ambiente e comece a fazer a leitura de um livro com uma luz mais fraca e direcionada. Depois de meia hora, no máximo, apague as luzes e durma. Procure ficar em um local silencioso e completamente escuro.

Por fim, para que você tenha um sono pleno e restaurador da energia pratique exercícios físicos, e mentais, como por exemplo, montar um quebra-cabeça. Quando o corpo e mente está cansada, é possível ter melhores experiências de sono, caso contrário o sono corre o risco de não ser pleno. Então, durante o dia, tente gastar todas as suas energias para que à noite consiga recarrega-las totalmente.




Rua Direita

Título: Dormir bem para ser mais produtivo

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários - Dormir bem para ser mais produtivo

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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