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As profissões da moda

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Vestuário
Comentários: 2
As profissões da moda

Ter uma boa profissão é o sonho da maioria das pessoas e dos adolescentes em formação. Mas ás vezes a sua escolha revela-se bastante difícil, em especial nos dias de hoje. A falta de emprego leva a que muitos tenham que optar por um trabalho diferente, que esteja mais em consonãncia com a sociedade actual e o mercado de trabalho.Uma profissão interessante , em especial para as mulheres é a de Maquilhadora, cujo trabalho tem a vertente da moda e nede é possível trabalhar para desfiles, em lojas de roupa, cabeleireiros, spas ou em ateliers.

Normalmente vivem nos bastidores do mundo da moda e é graças a elas que o glamour transparece nos desfiles ou nas produções fotográficas.

Outra bastante interessante e actual é a de Booker, ou seja, faz a ponte entre o modelo agenciado e o cliente. O seu trabalho consiste em saber colocar a pessoa certa no lugar certo.




Pode ainda optar-se por ser modelo mas para isso é necessário um bom equilíbrio e formação académica, o mais habitual é que esta profissão seja vista como um hobbi, no entanto se for conseguido um cero potencial para ser modelo internacional, torna-se bastante agradável, em termos de remuneração e projecção social.

O maior entrave neste trabalho é que se exige muitas proporções físicas, que são pouco habituais.

Trabalhar como Blogger pode ser também muito interessante e rentável. Há alguns que começam com blogues onde os autores captam visitantes e estilos próprios.

Há actualmente blogues que são lidos por milhares de pessoas e levam o trabalho dos seus autores a muitos países. Deste modo tornam-se empreendedores bem sucedidos.

Há quem opte também por ser consultor de imagem, cujo trabalho consiste em encontrar o estilo pessoal dos clientes, as cores e proporções do seu corpo, para projectar, uma imagem de segurança, e credibilidade, através da sua roupa.

Alguns cnsultores de imagem, nem precisam sair de casa e podem dedicar-se a acessóris, écharpes, malas, colares ou anéis. Deste modo são contactados em casa para prestar os serviços aos clientes( para saber o que vestir, que roupas comprar etc). Ás vezes podem deslocar-se a casa dos seus clientes para dar conselhos de guarda-roupa ou outros.

Os produtores de moda(stylist) estão também em alta, e é um trabalho que envolve produção de imagem, que pode ir de televisão a publicidade, produções para revistas e desfiles de moda . Devem essencialmente valorizar mais as pessoas, dando-lhes ferramentas úteis para atingirem os seus objectivos, bem como expectativas.

Para além destas, o marketing é das que oferece mais vagas e abarca um sem número de opções.


Teresa Maria Batista Gil

Título: As profissões da moda

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • SophiaSophia

    09-06-2014 às 03:10:35

    As profissões da moda mudam com o tempo. Mas, se formos analisar existem profissões que nunca saem de moda como o ser médico, advogado, engenheiro. Com as mudanças globais, novas profissões estão surgindo com toda a garra! Como exemplo que você citou - os bloggers! Está no maior auge!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoCarla Horta

    11-09-2012 às 13:41:53

    A moda é um verdadeiro mundo. No entanto não consigo separar a ideia que tenho do mundo da moda como um meio altamente competitivo e muitas vezes ingrato. Independentemente da profissão o mundo da moda parece-me cheio de excessos e a necessidade de um profissional se destacar, pode obrigá-lo a erros crassos. Estarei errada neste raciocínio?

    ¬ Responder

Comentários - As profissões da moda

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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