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Que sapatos devo usar?

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Vestuário
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Comentários: 1
Que sapatos devo usar?

Muitos são aqueles que inconscientemente julgam que calçado não é guarda-roupa. Este é um erro crasso e muitas vezes estraga a indumentária perfeita.

Escolher o par de sapatos perfeito para a roupa que estamos a usar não é um labirinto sem saída, mas não se limite a calças os primeiros sapatos que lhe vierem à mão.

Tão importante como a moda é a saúde dos seus pés. Eles tratam do equilíbrio do nosso corpo e até da nossa boa disposição. Quem nunca se sentiu doente por ter uns sapatos desconfortáveis ou apertados?




Mas afinal que dicas se devem ter em mente para a hora de calçar os sapatos?
Antes de mais é importante saber para onde vai. Se falamos do seu dia-a-dia é importante ter em conta a política do seu local de trabalho e que tipo de trabalho faz. Se se tratar de um escritório em que a roupa é formal, pode optar por uns sapatos com um pequeno salto. Se for de cunha, não vão cansar os pés, mas se tiver de estar o dia inteiro levantada opte sempre por uns sapatos rasos. Os modelos e as cores são do mais variado que pode existir e pode usar e abusar dos feitios arredondados ou bicudos.

Se é estudante e se não existe no colégio nenhuma regra que implique com ténis fora das horas da ginástica, então escolha os ténis. São a melhor opção de todos os sapatos que podem existir. Confortáveis e com vários modelos e cores, os estudantes são os sortudos do sapateado.

Para uma festa, aconselham-se as senhoras a usarem e abusarem dos saltos altos. A elegância é única e o corpo dança em cada passo que dá. Se é daquelas que não consegue dar um passo com saltos altos, existem modelos de sapatos rasos que a podem fazer arrasar.

Para uma saída noturna, os saltos altos são um erro que faz doer. Quer para bares quer para discotecas, os saltos vão cansa-la em noite de diversão. Dançar até de manhã vai ser difícil e vai ficar com cara de pé chato enquanto os seus amigos pulam e dançam na pista.

Gostos são gostos e aqui manda o seu, mas estar bem calçado é meio caminho andado para o sucesso. Quer na saúde quer na vida social o calçado também a define. Não se arme em Cinderela e veja-se com calçado á altura.


Carla Horta

Título: Que sapatos devo usar?

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    12-06-2014 às 19:50:28

    Sapatos que aparentemente achamos lindos, mas que nos deixam desconfortáveis não são boas opções. É melhor sentir-se bem com o que calça. Use um sapato que a deixe mais linda.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - Que sapatos devo usar?

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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