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Sete sugestões para vestir bem

Categoria: Vestuário
Comentários: 3
Sete sugestões para vestir bem

Obviamente, vestir bem seria fácil se a componente monetária não fosse problema. Boas lojas e boas marcas de roupa é o que não falta hoje em dia.

Bem, mas como os recursos monetários da grande maioria das pessoas são limitados, há que fazer opções e gerir o orçamento da melhor forma para conseguir uma boa apresentação.

As épocas de saldos são sempre uma boa forma de conseguir bons artigos a preços suportáveis. Claro que convém aproveitar logo os primeiros dias dos saldos para ter maior possibilidade de escolha, e também para encontrar os tamanhos que melhor se adaptam a si. Nestas alturas, de certeza encontrará aqueles artigos que tanto gosta e que tão bem lhe ficam, com descontos que podem chegar até aos 70% ou ainda mais.

A roupa que usamos diz muito acerca de nós, e por isso deve ter o máximo cuidado no momento da compra, de modo a escolher artigos que se adaptem à sua personalidade e ao seu carácter. Por vezes mais vale adquirir, por exemplo, apenas 2 artigos que realmente são bons e que tenham a ver consigo (mesmo que sejam um pouco mais caros), do que comprar 4 ou 5 “trapos” de baixa qualidade. Acabará por gastar o mesmo e não terá comprado nada com qualidade.

Para cada ocasião existe a indumentária certa, e vestir bem também passa por escolher a roupa apropriada para cada evento ou situação. Sempre que for convidado(a) para eventos especiais procure vestir-se “à altura”. Valerá certamente a pena, mesmo que tenha que gastar um pouco mais e fazer alguns sacrifícios para comprar o fato, a camisa, o vestido ou os sapatos adequados, no final irá sentir-se muito mais confiante e com uma maior auto-estima, e consequentemente irá desfrutar mais e sentir-se ainda melhor.

Os outlets, que cada vez existem em maior número e que estão a ganhar mais adeptos a cada dia que passa, também se apresentam como uma boa solução no que toca a vestir bem. Normalmente, nesses locais não encontra as últimas novidades nem as últimas colecções, no entanto, encontrará de certeza artigos de grande qualidade a preços muito convidativos. Claro que à mistura as lojas também aproveitam para despachar os artigos de baixa qualidade, e cabe-lhe a si estar atento(a) para conseguir “separar o trigo do joio” e fazer bons negócios.

Para quem não pode renovar o guarda-roupa com frequência ou comprar peças mais trabalhadas existe sempre a possibilidade de alterar e trabalhar as peças mais básicas, e combiná-las com diferentes acessórios. A sua imaginação é o seu limite!

E não se esqueça, vestir bem é acima de tudo sentir-se bem!



Carlos Vieira

Título: Sete sugestões para vestir bem

Autor: Carlos Vieira (todos os textos)

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • SophiaSophia

    09-06-2014 às 02:15:44

    Também concordo que é preciso sentir-se bem com o que usa. Mas, é fato salientar que um pouco de harmonia, combinação também é preciso. Muito bom essas sete sugestões para se vestir bem.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • inesines

    26-08-2010 às 19:21:32

    eu gostava de saber se faz favor como e que uma criança que vai para o 5ºano se veste mas nao ponha com palavras muito difiçeis.se fosse possibel fazer isso eu agradecia muito.mas se nao o poder fazer eu agradeço na mesma. obrigada.

    ¬ Responder
  • SandraSandra

    18-09-2009 às 14:16:21

    oi tudo bem, eu sou magra tenho 1,59 47 Kg, gosto muito usar calças da morena rosa uso nº 34 mais sempre mando apertar mais as pernas para ficar bem coladinha, fica bem? eu mim sinto melhor assim do que as pernas mais folgadas

    ¬ Responder

Comentários - Sete sugestões para vestir bem

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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