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As mulheres e a moda

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Vestuário
Visitas: 11
Comentários: 3
As mulheres e a moda

Muito se fala de estar na moda, de vestir o que está “em voga” e parecer muito “fashion”. Mas, na verdade, que quer isso dizer? Quando podemos concluir que alguém se veste segundo a moda ou quem está “out”. Além disso, como se consegue acompanhar a rapidez com que as modas passam e mudam?

Se para muitos estar na moda é limitar-se a vestir as últimas tendências, a realidade diz-nos que o conceito é mais abrangente. Na realidade, o importante é adaptar o seu estilo, corpo e modo de vida às roupas e acessórios “da moda”.

Já todos vimos pessoas ridículas, que por não quererem parecer ultrapassadas, usam peças com as quais não se identificam. Claro que nos tempos que correm, com tanta informação e oferta, acabamos por tratar demais a nossa imagem, recorrendo em demasia à compra de vestuário e acessórios.

São, na maioria dos casos, compras por impulso e não por verdadeira necessidade. Somos de tal forma impelidos a comprar os artigos mais em voga, que corremos o risco de sairmos à rua e encontrarmos vários clones, todos vestidos com as mesmas cores e padrões! Quando damos por nós, já usamos aquela cor que tanto detestamos, mas que acabámos por nos render porque todos usam e não queremos ser retrógrados!

Pense nisto da próxima vez que for às compras. Resista e lute contra a voz interior que a motiva a comprar aquelas calças que tão bem ficam às suas colegas de trabalho, e que cujo preço está muito acima do seu orçamento.

Crie o seu próprio estilo, misturando roupas que já tem com novos acessórios, por exemplo. Quem sabe se não estará também você a criar uma nova moda? Lembre-se que o que veste diz muito sobre si! Vista peças com as quais se sinta confortável, que se adequem à ocasião e que ao mesmo tempo favoreçam as suas curvas.

Há algumas regras de ouro que a podem ajudar na altura de decidir as suas novas aquisições:

- se a sua estatura é baixa, use vestidos e sandálias com saltos médios.

- as mulheres altas devem usar saias, vestidos curtos e sapatos rasos.

- lembre-se que a sensualidade está na elegância e bem-estar que aparenta, e não nos poucos centímetros de tecido.

- não se canse a combinar a cor dos sapatos com a mala, já lá vai o tempo em que tal “regra de ouro”. Atualmente, é chique usá-los de cor diferente, desde que a mala combine com o vestuário.

Como vê, ser moderna, chique e elegante não é impossível – passa por ser genuína e realista!


Cláudia Bandeira

Título: As mulheres e a moda

Autor: Cláudia Bandeira (todos os textos)

Visitas: 11

646 

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • SophiaSophia

    09-06-2014 às 02:11:54

    Nunca aderi ao que se está na moda. Sempre gostei de me vestir ao que mais me agrada e isso me faz feliz e satisfeita. Acredito que a mulher precisa sentir-se bem com o que usa, mesmo que não esteja na moda.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoCarla Horta

    09-09-2012 às 12:39:05

    Acho que no que diz respeito à moda, cada um a deve ajustar a si mesma. Vivemos demasiado atentas à moda e muitas vezes não nos apercebemos que existem roupas da moda que não nos ficam bem pois nada têm a haver connosco. Ter atenção com a forma do nosso corpo é essencial, mas temos de deixar que a roupa "fale" quando a vestimos

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoMaria

    24-08-2009 às 12:31:56

    Concordo plenamente..já muitas vezes senti esta pressão..se não usarmos as novas tendências parece que estamos vestidas de uma forma ridicula. Muitas das vezes acabamos por comprar peças que não gostamos e que não nos favorecem porque estão na MODA!!

    ¬ Responder

Comentários - As mulheres e a moda

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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