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Como serão os automóveis do futuro

Categoria: Automóveis
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Como serão os automóveis do futuro

O mundo automóvel tem vindo a evoluir cada vez mais desde a criação do sistema de standardização e produção em serie introduzido por Henry Ford, até aos dias de hoje em que temos automóveis para todos os gostos e feitios, que atingem velocidades alucinantes e ao mesmo tempo aliam a essa velocidade uma segurança e comodidade nunca antes alcançada. Assim continuará a evolução ao longo do tempo, no sentido de conferir ao utilizador uma cada vez maior utilidade (hoje os carros já possuem DVD, GPS entre outros utilitários, que tendem a ser cada vez mais, para conferir uma maior comodidade a quem utiliza).

Contudo penso que a maior questão hoje em dia em relação ao futuro dos automóveis é a questão do combustível a utilizar. Já temos no mercado os chamados automóveis híbridos que poupam bastante em relação aos carros comuns, contudo será que têm penetração no mercado? Será que são a solução para no futuro alcançarmos além de veículos mais económicos, conseguirmos poupar o ambiente?.

O mundo move-se por interesses e na minha opinião este é o núcleo da questão da evolução automóvel, pois caso contrário poderíamos já estar alguns passos à frente na evolução e talvez teríamos já um modelo automóvel viável que conferisse a mesma utilidade que as máquinas poluidoras que temos, mas que fossem mais económicos e sobretudo amigos do ambiente.

Contudo, que seria dos senhores que vivem do petróleo caso este fosse completamente substituído por outro tipo de energia sem qualquer desvantagem? Este tem sido um grande travão à evolução.

É verdade que já existem híbridos, mas estes não são a solução “milagrosa” que o mundo espera, em primeiro lugar o preço está ainda muito elevado para as qualidades que possuem e para a utilidade que conferem relativamente aos carros comuns, os consumos são relativamente mais baixos em conduções ligeiras, contudo em conduções mais agressivas eles disparam e aqui se perde a grande vantagem dos híbridos, por outro lado e outro grande problema que estes automóveis arrastam é a aceleração que não tem nada a ver com a dos carros a gasóleo, muito menos com a dos carros a gasolina e isto é uma detalhe que à primeira vista pode parecer banal mas se pensarmos numa ultrapassagem, este detalhe é muito importante e confere grande segurança na dita manobra.

Soluções? Só quando os demais interesses forem postos de parte.


Vitor Costa

Título: Como serão os automóveis do futuro

Autor: Vitor Costa (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • SophiaSophia

    17-06-2014 às 04:07:57

    Um dos maiores desafios é a questão, sem dúvida, do combustível! Principalmente, para a preservação do meio ambiente.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • a tua maea tua mae

    24-05-2011 às 10:54:38

    obrigado, isto ajudou-me bastante no meu trabalho de geografia!

    ¬ Responder

Comentários - Como serão os automóveis do futuro

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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