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Sistemas de home-theatre

Categoria: TV HIFI
Comentários: 1
Sistemas de home-theatre

Os sistemas de home-theatre são sistemas de entretenimento que têm o objectivo de reproduzir as qualidades áudio e vídeo de um cinema na própria casa, inclusivamente através da montagem de uma pequena sala de projecção.

Este tipo de sistemas existe desde os anos 1960 e teve origem nos Estados Unidos.

Nessa altura, era composto por um ecrã de projecção e por um televisor com um vídeo.

Actualmente, e com a passagem do analógico para o digital, existe uma panóplia de acessórios que poderão existir, mas o sistema principal básico é composto apenas pelo ecrã, pelo leitor de DVD/BLU-RAY, pelo amplificador e por um conjunto de colunas que segue uma disposição específica.

Em muitos casos, existe um projector e uma tela que substituem o televisor.

Esta, apesar de, por norma, ter menor definição, tem uma melhor visualização a distâncias maiores. Um dos processos mais importantes, e que está relacionado com a qualidade do sistema, é a disposição dos lugares sentados em relação à organização de todo o equipamento.

Para simularmos uma sala de cinema na nossa casa, ainda que pequena, há diversos factores a ter em conta para tirarmos o máximo proveito do sistema que queremos implantar, como por exemplo ver a adequação do espaço a todo o equipamento.


Rua Direita

Título: Sistemas de home-theatre

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    04-06-2014 às 07:24:56

    Um sonho de consumo de muitas pessoas é em ter no seu lar esse tipo de sistema home-theatre. Adorei as informações, bem esclarecidas e atuais.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - Sistemas de home-theatre

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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