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O que ter em conta na compra de um projector

Categoria: TV HIFI
Comentários: 1
O que ter em conta na compra de um projector

Um projector, como o próprio nome indica, é um aparelho que projecta a imagem numa tela ou na parede através de um sistema de lentes.

Nos dias de hoje, os projectores são uma alternativa às televisões ou ainda aos sistemas de home-theatre. Por vezes, a reunião de uma grande quantidade de pessoas à volta de um ecrã exige um espaço de visualização maior.

Assim o projector é um óptimo substituto da televisão e são já muito comuns em bares, restaurantes ou discotecas. 

Além da componente lúdica, os projectores são também cada vez mais usado em reuniões, conferências ou ainda nas salas de aula, uma vez que podem ser preciosos auxiliares para a formação e motivação de grupos.

Aquando da aquisição de um projector, há que ter diversos factores em conta. A definição é, provavelmente, o factor mais importante, mas deve-se ter também em atenção a potência da luz, a capacidade do próprio projector em corrigir eventuais inconsistências ou ainda o contraste de projecção.

Esta tecnologia, que viu o seu desenvolvimento surgir com o advento do cinema, é comummente utilizada desde há muitos anos, mas existe agora uma massificação deste produto que, apesar de perder alguma qualidade de visualização, pode ganhar muito em termos de tamanho de ecrã e de mobilidade do mesmo.


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Título: O que ter em conta na compra de um projector

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    04-06-2014 às 06:56:42

    Os projetores são ótimas alternativas para uma aula, como também para transmissão de um jogo com os amigos reunidos. Enfim, há inúmeras utilidades!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - O que ter em conta na compra de um projector

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Cuidado com as curvas

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Tema: Motas
Cuidado com as curvas\"Rua
Quando se fala em motas, delineia-se na nossa mente a figura de um indivíduo, “maluquinho” por estes veículos de duas rodas, vestido com colete preto de couro e envergando umas possantes botas da mesma cor, e, quiçá, umas caveiras ou outros distintivos aqui ou ali, nele ou na moto. Normalmente, os motociclistas, motoqueiros ou motards, como são conhecidos, regem-se por um espírito muito próprio, que ninguém sabe definir muito bem, mas que, sem dúvida, engloba a sensação de liberdade e, por vezes, umas bebedeiras a valer numa qualquer concentração de motas. A parte boa é que, não acontecendo nada de pernicioso à mota e ao seu condutor quando se desafia a sorte desta maneira, uma vez despojado das roupas e acessórios motards, colocando o fato e a gravata, este volta a ser uma pessoa “normal”, imbuído de sentido de responsabilidade e bom senso. Estas características, tão úteis no trabalho e em sociedade, são, amiúde, esquecidas quando se está ao “volante” de uma moto. Cede-se, frequentemente, à tentação de andar muito depressa, de ultrapassar em terceira fila, de passar à frente nas portagens, de desrespeitar o próximo perpetrando atrocidades inacreditáveis e fazendo tudo o que dá na veneta, com a segurança de se estar protegido pelo anonimato do capacete e da pouca ou nenhuma visibilidade da matrícula.

Por outro lado, também existe aquilo a que se chama de solidariedade motard, que apela aos mais puros sentimentos de entreajuda em caso de queda ou outra situação de aflição. Claro que, em determinadas circunstâncias, mais valia que estivessem quietos, em vez de retirar apressadamente o capacete a um colega estendido no chão (é a última coisa a fazer), e noutras ainda bem que se tem assistência em viagem, porque, dada a falta de visão periférica dos companheiros de estrada, bem se podia”esticar o pernil” que não apareceria vivalma para dar uma ajuda.

Definições e conceitos à parte, o motociclismo constitui uma paixão fervorosa de um grande números de indivíduos, com um incremento significativo do género feminino. Faz-se uso da mota por razões não profissionais, por diversão, por se ser praticante desta modalidade, para locomoção, ou, simplesmente, porque se gosta de motos. Seja qual for a razão, os agradecimentos têm de ser dados a Gottlieb Daimler (1834-1890), que inventou o primeiro protótipo. E, já agora, não custa render gratidão também a John Boyd Dunlop, veterinário escocês, que concebeu uma espécie de roda, que corresponde ao nascimento do pneu. Pode, portanto, afirmar-se com toda a legitimidade que um veterinário deu à luz um pneu…!

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Comentários

  • letícia Cristina Calixto de Souza 20-06-2013 às 17:19:32

    eu achei muito interessante esse texto por que ele me ajudou a fazer um trabalho escolar mas eu quero falar para a autora desse texto que ela está de parabéns e que esse texto possa incentivar cada pessoa que ler ele então meus parabéns

    ¬ Responder

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