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Já comprou um blu-ray?

Categoria: TV HIFI
Comentários: 1
Já comprou um blu-ray?

O blu-ray é um formato óptico que, numa sequência natural, se segue ao DVD e que oferece uma maior definição vídeo e armazenamento de dados de alta densidade e com capacidade entre 25 GB (discos de camada simples) e 50 GB (discos de camada dupla). No entanto, para se tirar todo o proveito de um leitor deste formato, é necessário também um ecrã de alta definição.

No ano de 1998, começou a aparecer a televisão de alta definição, sem que existisse ainda um formato económico para gravar e reproduzir este conteúdo.

Assim, começou a parecer óbvio o surgimento do formato seguinte ao DVD. Os formatos que se destacaram nesta evolução foram o Blu-ray e o HD DVD, mas este último (produzido pela Toshiba) anunciou a suspensão no desenvolvimento.

Este formato permite a gravação e leitura não só de vídeos mas também, como os seus antecessores, de todo o tipo de dados, sendo a grande vantagem o facto de ter uma enorme capacidade de armazenamento dentro de um disco só.

Os leitores de Blu-ray, tendem agora a massificarem-se no mercado, não só devido aos factores já atrás mencionados, mas também devido ao facto da massificação da televisão de alta definição um pouco por todo o mundo, o que irá permitir a difusão alargada deste formato.


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Título: Já comprou um blu-ray?

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    04-06-2014 às 07:04:44

    Lembro que no início do surgimento do Blu-ray era a sensação do momento. Como tudo que é novidade, acaba surgindo outros aparelhos, deixando-o de lado.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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