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Lenço: uma enorme variedade de apliações

Categoria: Vestuário
Comentários: 1
Lenço: uma enorme variedade de apliações

Um lenço é o acessório que a grande maioria das mulheres considera essencial na composição de uma toilette e faz questão de não dispensar. Um lenço valoriza as roupas de uma maneira sóbria e muito elegante e é um óptimo complemento de moda em qualquer altura do ano.

O lenço chegou ao continente europeu por volta do século XVIII. Na altura servia para proteger as costas dos soldados que voltavam das guerras na Índia. Todavia, apenas passou a ser acessório de moda nos fins do século XIX. Na altura era usado para proteger o frio e como adorno de decotes.

Em 1920, a empresa Hermés, com o objectivo de proteger as suas clientes que montavam a cavalo, decidiu criar lenços com motivos equestres. As senhoras gostaram tanto da ideia que depressa os passaram a usar noutras ocasiões.

Há sempre um lenço adequado a cada situação, seja em passeio, em festas ou no trabalho. Importante é não esquecer que se deverão conjugar lenços lisos com roupa de riscas ou de estampados e lenços estampados com roupa lisa.

No cabelo, no pescoço, na cintura, na mala, um lenço possibilita uma enorme uma variedade de aplicações: um lenço tem o poder de transformar e personalizar qualquer visual. Basta ter um bocadinho de imaginação.


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Título: Lenço: uma enorme variedade de apliações

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Rafaela CoronelRafaela

    21-08-2014 às 14:47:57

    Adoro ver mulheres usando lenços, acho um charme. Como agora estou morando num lugar que é bastante frio, então, dá para usar e abusar! Gosto de usá-los com cores bem fortes e profundas!

    ¬ Responder

Comentários - Lenço: uma enorme variedade de apliações

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Cuidado com as curvas

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Tema: Motas
Cuidado com as curvas\"Rua
Quando se fala em motas, delineia-se na nossa mente a figura de um indivíduo, “maluquinho” por estes veículos de duas rodas, vestido com colete preto de couro e envergando umas possantes botas da mesma cor, e, quiçá, umas caveiras ou outros distintivos aqui ou ali, nele ou na moto. Normalmente, os motociclistas, motoqueiros ou motards, como são conhecidos, regem-se por um espírito muito próprio, que ninguém sabe definir muito bem, mas que, sem dúvida, engloba a sensação de liberdade e, por vezes, umas bebedeiras a valer numa qualquer concentração de motas. A parte boa é que, não acontecendo nada de pernicioso à mota e ao seu condutor quando se desafia a sorte desta maneira, uma vez despojado das roupas e acessórios motards, colocando o fato e a gravata, este volta a ser uma pessoa “normal”, imbuído de sentido de responsabilidade e bom senso. Estas características, tão úteis no trabalho e em sociedade, são, amiúde, esquecidas quando se está ao “volante” de uma moto. Cede-se, frequentemente, à tentação de andar muito depressa, de ultrapassar em terceira fila, de passar à frente nas portagens, de desrespeitar o próximo perpetrando atrocidades inacreditáveis e fazendo tudo o que dá na veneta, com a segurança de se estar protegido pelo anonimato do capacete e da pouca ou nenhuma visibilidade da matrícula.

Por outro lado, também existe aquilo a que se chama de solidariedade motard, que apela aos mais puros sentimentos de entreajuda em caso de queda ou outra situação de aflição. Claro que, em determinadas circunstâncias, mais valia que estivessem quietos, em vez de retirar apressadamente o capacete a um colega estendido no chão (é a última coisa a fazer), e noutras ainda bem que se tem assistência em viagem, porque, dada a falta de visão periférica dos companheiros de estrada, bem se podia”esticar o pernil” que não apareceria vivalma para dar uma ajuda.

Definições e conceitos à parte, o motociclismo constitui uma paixão fervorosa de um grande números de indivíduos, com um incremento significativo do género feminino. Faz-se uso da mota por razões não profissionais, por diversão, por se ser praticante desta modalidade, para locomoção, ou, simplesmente, porque se gosta de motos. Seja qual for a razão, os agradecimentos têm de ser dados a Gottlieb Daimler (1834-1890), que inventou o primeiro protótipo. E, já agora, não custa render gratidão também a John Boyd Dunlop, veterinário escocês, que concebeu uma espécie de roda, que corresponde ao nascimento do pneu. Pode, portanto, afirmar-se com toda a legitimidade que um veterinário deu à luz um pneu…!

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Título:Cuidado com as curvas

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Comentários

  • letícia Cristina Calixto de Souza 20-06-2013 às 17:19:32

    eu achei muito interessante esse texto por que ele me ajudou a fazer um trabalho escolar mas eu quero falar para a autora desse texto que ela está de parabéns e que esse texto possa incentivar cada pessoa que ler ele então meus parabéns

    ¬ Responder

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