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Solte a criança que há em si!

Categoria: Brinquedos
Comentários: 2
Solte a criança que há em si!

Brincar faz parte de uma importante etapa do crescimento e do desenvolvimento de todos nós.
Embora a infância seja o tempo por excelência em que essa função melhor actua, muitos adultos, que não tiveram grandes hipóteses de o fazer em miúdos, aproveitam para depurar e aprender muitas coisas agora, neste que também é o seu tempo, através das brincadeiras com os mais novos. Acaba por se instituir uma sinergia muito útil e bonita de se ver, porque, às tantas, não se consegue perceber quem é a criança! Este salutar divertimento constitui uma “pedra” fundamental na construção da personalidade dos petizes e da auto-estima de pais, avós e tios.

Há pessoas que têm receio de se soltar com as crianças, por serem portadoras de complexos vários.

Contudo, ao ir baixando a guarda vão-se dando conta das maravilhas do riso espontâneo, da verdadeira distracção, da beleza da inocência.

A brincar, a brincar, cultivam o seu auto-conhecimento e descobrem gostos, talentos e preferências que nem suspeitavam possuir, porque raramente terão entrado em contacto com a sua verdadeira essência. É isso que os garotos provocam: o irresistível impulso para a candura, a pureza, a genuinidade e a singeleza. Quando se está com eles, tudo parece mais fácil e menos pesado. O ritmo daquela energia e de tamanha alegria atenua até dolorosas enfermidades!

Os brinquedos e as “tramas” que os pequenos inventam parecem apenas diversão e entretenimento. Todavia, é por meio destas preciosas ferramentas que eles captam a realidade e assimilam conceitos, valores e directivas. Quem estiver atento, repara, por exemplo, que aos bonecos são ministrados os mesmos ensinamentos que eles ouvem, e infligidos castigos semelhantes aos seus. E eles também não costumam brincar quando batem; se as “vítimas” fossem de carne e osso bem que ficavam com o traseiro vermelho…

Porém, no universo dos brinquedos encontram-se alguns absolutamente desaconselhados por técnicos de segurança neste domínio e mesmo por psicólogos. Com base em razões específicas de cada campo de especialização, os fundamentos são perfeitamente razoáveis e compreensíveis. Ninguém quer que o seu filho, neto, sobrinho ou amiguinho se magoe com as afiadas arestas de um brinquedo que, por falta de consistência, se parte; ou que engula uma peça, aparentemente pequena, mas com dimensões suficientes para bloquear a entrada do oxigénio; ou que se ponha a apontar a sua nova pistola à professora, porque a odeia, afirmando que a mata.

Hoje em dia compra-se tudo feito; porém, não se devia deixar perder o contexto da manufactura no sector dos brinquedos. Têm, talvez, outras funcionalidades e não produzirão tanto ruído, mas nada lhes retira a graça e o encanto. Porque não visitar, um dia destes, algum museu do brinquedo? Afinal, digam o que disserem, o principal é assumir que se gosta de brincar!



Maria Bijóias

Título: Solte a criança que há em si!

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • SophiaSophia

    25-04-2014 às 18:29:06

    Deve-se brincar sempre, mesmo depois de adultos. Soltar a criança que está em nós é tuuudo de bommmm!!!

    ¬ Responder
  • umdolitoys

    23-01-2013 às 05:50:14

    Verdade verdadeira! é preciso brincar e muito!


    :))

    ¬ Responder

Comentários - Solte a criança que há em si!

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Um sinal de compromisso

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Tema: Jóias Relógios
Um sinal de compromisso\"Rua
Exibir uma aliança de compromisso é, frequentemente, motivo de orgulho e, quando se olha para ela, vai-se rodando-a no dedo e fica-se com aquela expressão ridícula na cara.

Uma questão se coloca: qual a razão de estas alianças de compromisso serem tão fininhas: será porque os seus principais clientes, os jovens, são sujeitos de poucas posses (tendendo as mesadas a emagrecer ainda mais com a crise generalizada) ou porque esse compromisso, não obstante a paixão arrebatadora, é frágil e inseguro?

Sim, porque aqui há que fazer cálculos matemáticos: x compromissos vezes y alianças…com um orçamento limitado sobre um fundo sentimental infinito…

Depois, importa perpassar os tipos destas alianças. Há as provisórias, que duram em média quinze dias; há as voadoras, que atravessam os ares à velocidade da luz quando a coisa dá para o torto; há as que insistem em cair do dedo, sobretudo em momentos em que ter um compromisso se revela extremamente inoportuno; e depois há as residentes, que uma vez entradas não tornam a sair.

Os pombos-correios usam anilhas onde figuram códigos que os identificam. Talvez não fosse completamente descabido fazer umas inscrições deste género em algumas alianças de compromisso por aí…

Só para ajudar os mais esquecidos a recordarem a que “pombal” pertencem.

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Comentários

  • Luene ZarcoLuene

    22-09-2014 às 05:46:10

    Um sinal de amor e lealdade perpétua! Adoro ver os vários modelos de aliança! Vale a pena escolher uma bem bonita!

    ¬ Responder

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