Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Bricolage Jardim > Piscinas: vai um banhinho?

Piscinas: vai um banhinho?

Categoria: Bricolage Jardim
Comentários: 1
Piscinas: vai um banhinho?

Quando se fala em piscinas, o que não falta é gente a suspirar e a antecipar o seu anseio por férias.

Estas integram aquela parte do ano em que, desejavelmente, o sol brilha e a maioria das pessoas escolhe para fazer uma pausa, quebrando rotinas e alterando ritmos.

Paralelamente, existe também quem, por preguiça, condição intrínseca ou impossibilidade ande um sem-número de meses à espera desta época para tomar um banhinho… Mas, ao contrário do que poderia aparecer num estudo de opinião, as piscinas não são banheiras públicas!

Depois, há ainda os surfistas de piscina. Munidos de uma prancha substancialmente mais pequena, gabam-se de praticar surf. É claro que a namorada fica impressionada porque não está lá para ver que o que ele faz é apanhar as ondas dos outros.

Embora não seja lícito nem justo, encontra-se por aí muito disso…

As piscinas são preferidas, pelos mais temerários da ondulação e por aqueles que querem banhar-se mas preferem o sossego às vagas marítimas e contingências das circunstâncias climatéricas. Para além disso, apresentam-se mais seguras e deveriam ter vigilância permanente.

Possuir uma piscina em casa é o must de grande número de veraneantes. Estar dentro de água, sair, apanhar sol, conviver, e tudo isto no calor do lar (e do Verão!).

Adicionalmente, não haveria razão para preocupações com nenhum desfile de bikinis e fatos de banho. Para quê fazer uma passagem de modelos numa passerelle vazia?

As piscinas constituem ainda palco da natação, prática aberta e recomendada a homens, mulheres e crianças. Na falta de parceiros para os treinos da alta competição sempre se podem colocar a nadar nas límpidas águas, em simultâneo, um ou dois tubarões.
Só para ver quem chega primeiro à outra ponta…


Rua Direita

Título: Piscinas: vai um banhinho?

Autor: Rua Direita (todos os textos)

Visitas: 0

656 

Imagem por: Lee Coursey

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários     ( 1 )    recentes

  • Briana AlvesBriana

    17-10-2014 às 14:41:25

    Adoro tomar banho de piscina. Claro, ter uma piscina em casa é bem mais confiável, pois cuidamos melhor. Mas, embora se tenha vontade de se banhar na piscina em outros lugares tem que ter precaução.

    ¬ Responder

Comentários - Piscinas: vai um banhinho?

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

A arte de trabalhar a madeira

Ler próximo texto...

Tema: Serviços Construção
A arte de trabalhar a madeira\"Rua
A carpintaria constitui, digamos assim, a arte de trabalhar a madeira. É claro que, de acordo com o produto final, se percebe bem que uns carpinteiros são mais artistas do que outros…

Às vezes nem se trata tanto dos pormenores, mas mesmo de desvirtuar o que era a ideia inicial e constava da encomenda. Mal comparado, quase se assemelha à situação daquela aspirante a costureira que pretendia fazer uma camisola para o marido e, no fim, saíram umas calças!

Na construção civil, a madeira é utilizada para diversos fins, temporários ou definitivos. Na forma vitalícia (esperam os clientes!) incluem-se estruturas de cobertura, esquadrias (portas e janelas), forros, pisos e edifícios pré-fabricados.

Quase todos os tipos de madeira podem ser empregues na fabricação de móveis, mas alguns são preferidos pela sua beleza, durabilidade e utilidade. É conveniente conhecer as características básicas de todas as madeiras, como a solidez, a textura e a côr.

Ser capaz de identificar o género de madeira usado na mobília lá de casa pode ajudar a determinar o seu real valor. Imagine-se a possibilidade de uma cómoda velha, que estava prestes a engrossar o entulho para a recolha de lixo, ter sido feita com o que hoje se considera uma madeira rara.

É praticamente equivalente a um bilhete premiado do Euromilhões, dado que se possui uma autêntica relíquia! Nestes casos, a carpintaria entra na área do restauro e da recuperação. Afinal, nem tudo o que é velho se deita fora…

Por outro lado, as madeiras com textura mais fraca são frequentemente manchadas para ganhar personalidade. Aqui há que remover completamente o acabamento para se confirmar a verdadeira natureza da madeira.

É assim também com muita gente: tirando a capa, mostram-se autenticamente. Mas destes, nem um artificie com “bicho-carpinteiro” consegue fazer nada…!

Pesquisar mais textos:

Rua Direita

Título:A arte de trabalhar a madeira

Autor:Rua Direita(todos os textos)

Imagem por: Lee Coursey

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários

  • Luene ZarcoLuene

    23-09-2014 às 13:23:35

    Uma excelente técnica que penso ser muito bonito e sofisticado. A arte de trabalhar madeira está sempre em desenvolvimento e crescimento.

    ¬ Responder
  • Rua DireitaRua Direita

    01-06-2014 às 05:18:46

    É ótimo o trabalho com a madeira. Pode-se perceber grandes obras que se faz com ela. Realmente, é uma verdadeira arte!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios