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Health Club doméstico... dá saúde

Categoria: Saúde
Visitas: 4
Comentários: 1
Health Club doméstico... dá saúde

Hoje em dia ouve-se falar muito da saúde e dos cuidados que lhe devemos despender. Na atarefação diária, com mil e uma tarefas realizar, pouco tempo e espaço sobram para que as pessoas recordem e estimem o mais valioso bem que possuem: a saúde.

Normalmente, ela não é valorizada, sendo apenas alvo de reconhecimento e saudade nostálgica quando se encontra debilitada ou comprometida. Pois é, geralmente não se liga àquilo que se tem como garantido, mas a verdade é que, de um momento para o outro, se pode perdê-lo. E nestas questões de saúde, como aliás em todas as áreas da vida, «mais vale prevenir do que remediar» …

No meio do frenesim quotidiano acaba por ficar no esquecimento o que é essencial, sem pensar que, adoecendo, o que se projectou tem de ser adiado, se não mesmo anulado. Se se fazem planos para tanta coisa exterior e perfeitamente supérflua e/ou dispensável, porque não elaborar e seguir um plano de saúde (mensal, bimestral, anual), que inclua um check up completo, nomeadamente a partir de certa idade? Se se leva o carro à oficina para a revisão, porque descurar a “máquina” interna? Na realidade, é ela que nos move… É pena o Ministério da Saúde ainda não ter implementado a obrigatoriedade de realizar inspecções aos indivíduos análogas às dos veículos automóveis.

Quanto mais não fosse pelo receio da aplicação de alguma coima, as pessoas seriam forçadas a velar por si. Para além de que precaver a doença subentende poupança em duas vertentes fundamentais: por um lado, economiza-se dinheiro nos remédios, por outro, e mais importante, livra-se o organismo da intoxicação medicamentosa. Se a isto se somarem os dias de não absentismo ao trabalho ou à escola, os tempos de lazer gozados, as dores evitadas, e os demais benefícios, conclui-se facilmente que saúde potencia saúde.

E pequenos gestos, como guardar tampas de garrafas ou reciclar os resíduos domésticos, também são geradores de mais e melhor saúde para todos. Se a acumulação e a entrega das tampas de plástico a determinadas empresas as leva a fornecer cadeiras de rodas a gente desfavorecida, a reciclagem contribui, para lá de todas as vantagens ambientais, para o combate ao cancro, por exemplo, através da compra de unidades móveis de rastreio. É caso para dizer que, nestas circunstâncias, “dar uma tampa” nada tem de pernicioso; pelo contrário, trata-se de salvar vidas humanas!

A Organização Mundial de Saúde (OMS) define o conceito de saúde como sendo o «estado de total bem-estar físico, psíquico e social». Alguns talvez acrescentassem o plano espiritual ou outros eventuais. Seja como for, o que interessa é ter saúde para “dar e vender”. Nesta perspectiva, que tal instituir um Health Club lá em casa, com alimentação saudável, descanso conveniente, diversão q.b., caminhadas diárias de 30 minutos, …?



Maria Bijóias

Título: Health Club doméstico... dá saúde

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Daniel VitorinoDaniel Vitorino

    26-09-2012 às 16:50:32

    Concordo. A saúde é o melhor que temos, e quando não temos faz-nos muita falta. É sempre melhor cuidar do que se tem do que tentar reparar o que já não se tem.

    ¬ Responder

Comentários - Health Club doméstico... dá saúde

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Fine and Mellow

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Tema: Música
Fine and Mellow\"Rua
"O amor é como uma torneira
Que você abre e fecha
Às vezes quando você pensa que ela está aberta, querido
Ela se fechou e se foi"
(Fine and Melow by Billie Holiday)

Ao assistir a Bio de Billie Holiday, ocorreu-me a questão Bluesingers x feminismo, pois quem ouve Blues, especialmente as mais antigas, as damas dos anos 10, 20, 30, 40, 50, há de pensar que eram mulheres submissas ao machismo e maldade de seus homens. Mas, as cantoras de Blues, eram mulheres extremamente independentes; embora cantassem seus problemas, elas não eram submissas a ponto de serem ultrajadas, espancadas... Eram submissas, sim, ao amor, ao bom trato... Essas mulheres, durante muito tempo, tiveram de se virar sozinhas e sempre que era necessário, ficavam sós ou mudavam de parceiros ou assumiam sua bissexualidade ou homossexualidade efetiva. Estas senhoras, muitas trabalharam como prostitutas, eram viciadas em drogas ou viviam boa parte entregues ao álcool, merecem todo nosso respeito. Além de serem precursoras do feminismo, pois romperam barreiras em tempos bem difíceis, amargavam sua solidão motivadas pelo preconceito em relação a cor de sua pele, como aconteceu a Lady Day quê, quando tocava com Artie Shaw, teve que esperar muitas vezes dentro do ônibus, enquanto uma cantora branca cantava os arranjos que haviam sido feitos especialmente para ela, Bilie Holiday. Foram humilhadas, mas, nunca servis; lutaram com garra e competência, eram mulheres de fibra e cheias de muito amor. Ouvir Billie cantar Strange Fruit, uma das primeiras canções de protestos, sem medo, apenas com dor na alma, é demais para quem tem sentimentos. O brilho nos olhos de Billie, fosse quando cantava sobre dor de amor ou sobre dor da dor, é insubstituível. Viva elas, nossas Divas do Blues, viva Billie Holiday, aquela que quando canta parte o coração da gente; linda, magnifica, incomparável, Lady Day.

O amor vai fazer você beber e cair
Vai fazer você ficar a noite toda se repetindo

O amor vai fazer você fazer coisas
Que você sabe que são erradas

Mas, se você me tratar bem, querido
Eu estarei em casa todos os dias

Mas, se você continuar a ser tão mau pra mim, querido
Eu sei que você vai acabar comigo

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