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Queda Capilar: um problema mais comum do que se imagina

Categoria: Saúde
Queda Capilar: um problema mais comum do que se imagina

A queda de cabelo é uma grande queixa no consultório, provavelmente a principal queixa tanto para homens quanto para as mulheres que procuram um dermatologista. Primeiramente, é preciso entender que os fios possuem um ciclo de vida, e necessariamente, quando esse ciclo termina, ele cai para que um novo ciclo se inicie com o surgimento de um fio novo no mesmo folículo. Por isso, é normal aquela quantidade de fios que caem diariamente no banho, no dia a dia ou quando penteamos os cabelos. Falamos em torno de 100 fios por dia, mas na verdade esse número varia em cada indivíduo.
Conforme vamos envelhecendo, nossos fios de cabelo também envelhecem, se tornando cada vez mais finos e rarefeitos.

Porém, durante a vida, muitas pessoas apresentam uma perda de cabelos mais acentuada, o que pode representar algum problema na saúde dos fios ou do corpo. Por isso, é tão importante investigar os motivos por trás da queda de cabelo e buscar o tratamento adequado com o auxílio de um dermatologista.

Existem diversos fatores que interferem direta ou indiretamente na queda de cabelo. Vou falar um pouco de alguns para vocês entenderem melhor.

– Genética
Neste caso, os homens são os mais afetados. Denominamos o problema de Calvície, e esta ocorre quando os folículos pilosos, por ação hormonal, vão se miniaturizando até sumirem em definitivo, devido a uma predisposição genética. Algumas mulheres também podem ser afetadas.

– Químicas
Todos já fomos alertados sobre os males que os produtos químicos podem causar aos fios do cabelo, no entanto, mesmo assim, a grande maioria das pessoas continua adotando-os como forma de “cuidado”. Pintar, descolorir ou alisar as madeixas podem danificar os fios e provocar sua queda, tanto por “quebra” do fio quanto por uma queda diretamente da raiz.

– Estresse
Vários estudos mostram que o estresse físico ou emocional afeta a saúde como um todo e pode provocar a perda de cabelo. Isso porque o cérebro libera substâncias que aceleram a queda capilar quando precisa passar por longos períodos em estado de alerta.

– Hormônios
Os hormônios masculinos são os protagonistas em alguns tipos de queda capilar, como na calvície. Em algumas patologias femininas, como na SOP (Síndrome do Ovário Policístico), devido ao aumento da produção de hormônios masculinos, as mulheres podem ter também uma queda acentuada dos cabelos, que se regulariza com o tratamento da SOP. Outras alterações hormonais, como gravidez, mudança ou suspensão de pílula anticoncepcional, menopausa e também alterações dos hormônios da tireóide também estão associados ao aumento da queda do cabelo.

– Déficits Nutricionais
Algumas vitaminais são essenciais para a saúde do corpo e também dos cabelos, e o déficit delas pode ser uma causa de queda, como ferro e vitamina D. Além disso, pacientes com dietas restritivas podem também evoluir com queda dos fios, devido a falta de nutrientes necessários para a formação dos cabelos.

Enfim, existem diversas outras causas que de alguma forma podem influenciar na queda do seu cabelo. O mais importante é que, se seu cabelo começou a cair mais do que o seu normal, procure imediatamente um dermatologista para investigar a causa e iniciar um tratamento adequado e específico para o seu caso.

Ficou com alguma dúvida? Pode mandar uma mensagem que será um prazer responder!
Quer saber mais sobre Queda de Cabelos? Então veja o conteúdo completo em:
https://www.carumoreno.com.br/2020/05/21/queda-de-cabelo/
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Ana Carulina Lessa Moreno Godinho

Título: Queda Capilar: um problema mais comum do que se imagina

Autor: Ana Carulina Godinho (todos os textos)

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Comentários - Queda Capilar: um problema mais comum do que se imagina

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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