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Início > Textos > Categoria > Barcos > O meu nome é Sponde, Jaime Sponde

O meu nome é Sponde, Jaime Sponde

Categoria: Barcos
Comentários: 1

É bem possível que já tenha visto um anúncio ou uma cena de filme onde aparece um carro desportivo que se transforma em barco ao saltar para a água – a ideia de possuir tal anfíbio agrada, não? Pois…o modelo mais recente era deveras exótico e divertido mas o seu preço de €200.000 transformava-o numa extravagância ao alcance de poucos. Mas agora apareceram novos fabricantes que conseguem entregar um veículo anfíbio com preços bastante acessíveis.

Neste momento, há um grande investimento no desenvolvimento da velocidade e versatilidade, mas o pequeno barco de assalto, do tipo que são usados em Bagdad, são o futuro deste veículo.

Estes skimmers de hydrofoil são usados desde trasfega de passageiros, material, patrulha marítima ou fluvial, assim como para transmissão de informação ao sistema de rede cêntrica sobre frotas, temperaturas ou condições para surf

Ora, e então se aplicarmos alguma da tecnologia dos skimmers e empregarmos os esquis ao seu carro, temos então um carro anfíbio – se isto resulta com pequenas embarcações, não vejo porque não possa resultar com um carro qualquer. Já me estou a imaginar com o meu carro do século passado a fintar os meus amigos que andam de todo-o-terreno, o último tuning todo kitado ou o sedan luxuoso. Cuidado, Arnold, cá vou eu..hah!

Um veículo anfíbio, um carro que se transformasse em barco se tivesse de me livrar de um condutor picado atrás de mim. Facilmente atingiria os 100 nós na água, depois baixar para 50 e saltar para a praia a 30 nós, para depois voltar para a água e acelerar até aos 100 nós outra vez.

Já sei o que está a pensar: quero um! Se entendi bem, o seu nome é James Bond, certo?

Ah, pois….pense nisso então!


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Título: O meu nome é Sponde, Jaime Sponde

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    17-06-2014 às 06:46:22

    Muito bom texto. A associação foi bem interessante!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - O meu nome é Sponde, Jaime Sponde

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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