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Shantala, mime o seu bébé

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Serviços
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Comentários: 4
Shantala, mime o seu bébé

A Massagem Shantala é um tipo de massagem indiana milenar,da qual não se conhece a origem e especialmente indicada para ser feita a bebés.

É muito comum na Índia encontrar mães massajando os seus bebés nas ruas. Foi assim que o Dr. Frederick Leboyer, descobriu esta massagem, ao passar por uma mãe que esta a massajar o seu bebé na rua. Ficou encantado, e trouxe essa informação para o ocidente, batizando a sequência de movimentos com o nome daquela mãe, Shantala.

É uma técnica que fomenta o desenvolvimento emocional do bebé e se feito pela mãe ou pelo pai, proporciona um momento de intimidade e conforto entre ambos, uma oportunidade de aprofundar A relação Mãe-Filho/Pai-Filho.

A massagem consiste em suaves compressões e alongamentos por todo o corpo do bebé. Deverá ser feita com o bebé despido, sobre as pernas estendidas da mãe ou do pai, num ambiente calmo, aquecido e silencioso ou com uma música ambiente bem tranquila.

A massagem dura de 15 a 30 minutos, dependendo da idade do bebé e da aceitação ou não do toque. Os movimentos devem ser feitos com firmeza, usando a pressão dos dedos e utilizando óleo de amêndoas doces. O óleo evita atritos na pele sensível do bebé.

A Shantala Proporciona a troca de afetos entre os pais e o bebé. Ao sentir o toque o bebé sente-se seguro, protegido e amado. Tudo isso faz com que a sua confiança aumente e se torne um adulto equilibrado. E traz também tem muitos benefícios: facilita um sono tranquilo e profundo, relaxa, acalma, alivia cólicas, reduz a prisão de ventre, proporciona relaxamento, bem-estar e fortalece o vínculo afetivo.

Há contudo, alguns cuidados a ter: O bebé não deve sentir frio em nenhum momento da massagem, não deve estar com fome e nem com o estômago cheio e em dias frios o óleo deverá ser aquecido em banho-maria.

Assim já sabe: se tiver um bebé, reserve 30 minutos do seu dia para massajar o seu filho. Concentre-se no seu bebé e guardem esse tempo para vocês. Aproveitem estes momentos para se conhecerem melhor.


Catarina Bandeira

Título: Shantala, mime o seu bébé

Autor: Catarina Bandeira (todos os textos)

Visitas: 10

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Comentários     ( 4 )    recentes

  • Larissa de LourdesLarissa de Lourdes

    21-04-2014 às 01:29:16

    Gostaria de saber em que ano o texto foi escrito? Obrigada

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    21-04-2014 às 16:02:21

    Larissa De Lourdes o texto "Shantala, Mime O Seu Bébé" foi escrito em 2009.

    ¬ Responder
  • Larissa de LourdesLarissa de Lourdes

    21-04-2014 às 17:17:24

    Muito obrigada! Vou cita-lo em meu trabalho, esse texto está muito explicativo e lindo! Beijos e tenha uma boa tarde.

    ¬ Responder
  • katia regina raqmos de souzakatia regina raqmos de souza

    08-06-2009 às 18:17:32

    Sou teraéuta em massagens e Reiki,acha a shantala,belíssima,e eficiente.Para que gosta de crianças,mães,é excelente.Parabéns pela matéria.Abraços.

    ¬ Responder

Comentários - Shantala, mime o seu bébé

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Pulp Fiction: 20 anos depois

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

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Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

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