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Brindes publicitários

Categoria: Publicidade
Brindes publicitários

A publicidade è um óptimo meio para vender qualquer produto ou serviço desde um simples perfume a um imóvel. É cada vez mais usada para promover e dar a conhecer os bens essenciais ou de luxo de um ou vários países para não dizer do mundo inteiro. Pode recorrer-se à televisão, rádio, internet, panfletos, fotografias, cartões ou reuniões especiais com ou sem convite.

Há no entanto empresas e outros organismos que preferem oferecer brindes publicitários para cativar mais a atenção e o interesse das pessoas para adquirir ou conhecer os seus produtos É normal verem-se ofertas desses brindes em hipermercados, stand de automóveis escolas, na propaganda eleitoral e outros locais de comércio.

Os brindes mais usuais vão desde canetas com nomes de firmas, camisolas com imagens de desporto, jogadores, clubes, porta chaves com nomes de marcas de carros, bolas, livros e tantos outros objectos a anunciar clubes, spas, clínicas, escolas de condução, de informática etc.

Não é raro ver-se este tipo de publicidade em locais públicos, centros comerciais e até na rua. Até na praia se faz publicidade a agências de viagens ou a anunciar espectáculos de cantores e concertos. Esta é uma boa forma de publicitar e dar a conhecer aquilo que pretende. Qualquer pessoa gosta de ter uma pequena recordação de um produto que goste de adquirir ou de uma viagem para férias. São pequenas lembranças que podem aumentar o desejo de adquirir um bem que necessitamos.

O facto de se ter o brinde numa carteira ou num local em casa pode fazer com que aumente a vontade de se comprar aquilo que anuncia. Do mesmo modo que um panfleto ou cartaz escrito acerca de um produto qualquer. O seu conhecimento aumenta as hipóteses da sua aquisição. Mesmo que a compra não se realize no momento pode realizar-se mais tarde.

O importante é que os anunciantes ganhem com o aumento das vendas dos serviços ou produtos que anunciam. Os Hipermercados recorrem muito aos brindes publicitários, bem como hotéis, escolas, restaurantes, cafés, bares e firmas. Há ainda muitas lojas de electrodomésticos que recorrem muito a este tipo de publicidade e oferecem brindes quando se compra um fogão, frigorífico ou televisor. A caneta com o nome da loja ou firma é um autêntico cartão-de-visita da marca que representa. E é também muito apreciada por quem a recebe.

Muitas vezes o sucesso das vendas deve-se muito ao cativar dos clientes. Estes gostam de ser bem informados e esclarecidos sobre os bens e serviços que necessitam.



Teresa Maria Batista Gil

Título: Brindes publicitários

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

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769 

Imagem por: William Hook

Comentários - Brindes publicitários

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

Imagem por: William Hook

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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