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Publicidade um bom instrumento de comunicação

Categoria: Publicidade
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Publicidade um bom instrumento de comunicação

A publicidade é um elemento essencial e ao qual qualquer empresa que queira estar no mercado deve dar especial atenção.

Você pode conceber o melhor produto do mercado – um produto que muitas pessoas iriam de certeza comprar – no entanto, se o mercado (as pessoas) não souber da existência do seu produto ninguém o iria comprar.

Logo, desde o momento da concepção do produto há que pensar na campanha publicitária para o promover. Muitas vezes é através da publicidade que as empresas que têm um produto menos bom conseguem bater a concorrência que até tem produtos de melhor qualidade e a um bom preço. Através da publicidade as marcas “aproximam-se” das pessoas e está provado que no momento da compra esse factor é preponderante: um anúncio que viram, uma imagem ou frase que lhes ficou na cabeça, etc. – Pode dar o empurrãozinho final e levar à conclusão da compra. A publicidade permite às empresas posicionarem a sua marca perante o público – “As marcas passam a ter uma vida, poder e personalidade própria”.

Muitas são as empresas (principalmente as pequenas empresas familiares) que ainda apostam muito na “publicidade boca-a-boca” e não investem muito em campanhas publicitárias. Talvez por isso (mas não só), muitas delas sentem muitas dificuldades em sobreviver.

Com a chegada da Internet o acesso à publicidade democratizou-se verdadeiramente, e mesmo pessoas que tenham pequenos negócios podem “montar” campanhas publicitárias online para um público-alvo muito específico e conseguir excelentes resultados a um preço muito em conta. Sem a Internet isso seria praticamente impossível.

Para um pequeno empreendedor seria seguramente muito difícil publicitar através dos meios publicitários tradicionais – televisão, rádio, outdoors, e mesmo jornais – dado que os preços praticados seriam proibitivos. No entanto, tendo um site na Internet qualquer pequeno empreendedor pode anunciar definindo o perfil e localização das pessoas que pretende “atingir”, explorando nichos de mercado, e com isso conseguir retornos que de outra forma seriam impossíveis de atingir. Este tipo de publicidade veio sem dúvida revolucionar o mercado e são cada vez mais as pessoas e empresas que estão canalizar os seus orçamentos de publicidade para os “canais” publicitários da Internet.


Carlos Vieira

Título: Publicidade um bom instrumento de comunicação

Autor: Carlos Vieira (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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