Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Outros > O papiro

O papiro

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
Visitas: 2
Comentários: 2
O papiro

O papiro é uma das preciosidades do antigo Egito.
Era considerado o suporte por excelência, da escrita.

Deste modo, grande parte dos documentos produzidos por esta civilização chegou até nós, em rolos de papiro, constituindo uma fonte histórica de valor inestimável.
Estes testemunhos são as fontes para se conhecerem os povos e tudo o que nos transmitiram.

O mais antigo papiro foi descoberto na mastaba de um nobre, mas estava em branco.
Por isso, o mais antigo livro de contas de um templo, data do final da mesma dinastia.

Na verdade, existe uma grande diversidade de papiros, desde os administrativos, com registo de impostos, medicina, com receitas médicas e literários.
O interesse do papiro é que foi usado como suporte de escrita pelos grgos , romanos e árabes.

Manteve-se na Idade Mádia, época em que foi substituido pelo pergaminho e depois pelo papel, de origem chinesa e introduzido na Europa, pelos muculmanos.
O papiro era uma planta, cultivada nas margens do rio Nilo, que chegava a atingir 5 metros de altura.

As folhas eram coladas umas às outras formando rolos, de muitos metros de comprimento, cerca de 40.
Eram porém muito resistentes, fáceis de escrever, de transportar e guardar, e, foram largamente utilizados apesar de serem, muito caros.

Os alunos, usavam-nos na escola para fazer os seus exercícios.
Com efeito, o papiro servia para quase tudo, inclusive abrico de barcos, móveis, cordas, velas, sandálias e, para comer e como combustível.

O mais incrível é que também servia de oferendas feitas aos deuses.

A planta era transformada numa espécie de papel e passava por um conjunto de fases, nomeadamente as seguintes: descasca-se o caule da planta, corta-se o miolo em tiras finas, molham-se bem as folhas e colocam-se umas tiras a direito e outras atravessadas, comprimem-se as tiras com a ajuda de um maço e alisam-se as tiras.
Fica assim, o papel, pronto para ser utilizado e transformá-lo em registo de grandes informações.

Estes manuscritos deixaram ao homem das gerações vindoras, importantes registos de datas, frases, desenhos e costumes da época. Retratam muito bem, tudo o que esta civilização viveu, ensinou e nos deixou. Ainda hoje estão presentes a sua mentalidade e costumes, até vestígios da sua cultura e religião. Apesar desta ter evoluido para monoteísta.


Teresa Maria Batista Gil

Título: O papiro

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

Visitas: 2

675 

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários     ( 2 )    recentes

  • Rafaela CoronelRafaela

    31-08-2014 às 23:03:34

    Que incrível! Mesmo com todo esse simples papiro feito de planta vemos o quanto seus manuscritos não se perderam e nem se deterioraram comopo exemplo, a bíblia! Que texto maravilhoso!

    ¬ Responder
  • Teresa Maria Batista GilTeresa Maria Batista Gil

    17-09-2012 às 15:57:41

    O papiro era uma planta que crecia nas margens do rio Nilo, no Egito.As margens do rio Nilo eram muito férteis e alimentadas pelo seu caudal.Deste modo esta planta abundava nas suas margens e servia como papel para escrever.

    ¬ Responder

Comentários - O papiro

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Os descendentes de Eça

Ler próximo texto...

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

Pesquisar mais textos:

Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios