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A História Da Escrita

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
Visitas: 10

O papiro, da família das ciperáceas, cresce no Nilo. Do talo do papiro se obtém a carta, que foi a matéria escriptória mais difundida durante a Antiguidade e os primeiros tempos medievais. É o primeiro suporte de vida de longa duração. Como o mundo industrial precisava do papiro tinha de haver uma grande produção. Contudo, no século XI deixa de ser usado, sendo substituído pelo pergaminho. Para fazer o papiro cortavam o caule da planta em tiras, dispondo-as lado a lado e em camadas cruzadas. Estas tiras vegetais eram colocadas umas às outras com uma água barreta e depois sujeitas à prensagem entre duas pedras. Por fim a folha do papiro era seca ao ar livre e amaciada com uma pedra de ágata.

O pergaminho é uma matéria escriptória feita com peles de animais (cabra, cordeiro e vitela). Plínio situa o aparecimento do pergaminho no século II a.C. devido à diminuição do papiro. A designação com que ficou conhecido o pergaminho deriva de Pérgamo, uma cidade na Ásia Menor, onde o rei Êumenes II teve de encontrar o material de escrita alternativa ao papiro em falta. Após a morte do animal a pele arrancada era lavada, depois lavada em cola durante vários dias, e por fim era raspada até eliminar pelos e gordura. Os séculos XII, XIII e XIV foram a sua época áurea.

O papel foi inventado na China em 105 d.C. Era feito através de desperdícios têxteis e mais tarde através da celulose e das árvores. Escrevia-se no papel com a pena de ave. Os mais antigos documentos remontam ao século XII.

As tabuinhas enceradas eram pequenas placas de madeira ou de marfim, que tinham uma forma retangular. Geralmente, tinha dois furos na frente que unia por cordas ou correias a margem esquerda do livro fechado. Era usado para várias coisas: anotações de contabilidade, apontamentos privados, algumas eram usadas em dípticos consulares, escolares primárias durante a época romana e como instrumentos públicos notariais. As tabuinhas eram reutilizáveis e tinham uma utilização de longa duração. Só estavam acabadas quando se partiam.

Os instrumentos para escrever eram o cinzel e o buril para a escrita de ponta seca, o cálamo e a pena para a escrita de tinta e o pincel para certas cores. Havia ainda o carvão e o giz para a escrita desenhada.


Daniela Vicente

Título: A História Da Escrita

Autor: Daniela Vicente (todos os textos)

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Decoração
Dicas para decorar salas pequenas.\"Rua
A realidade das grandes cidades é que a maioria das pessoas mora em espaços pequenos. É fato também que todos desejam ter um ambiente acolhedor e aconchegante para receber amigos. Em contrapartida, na medida em que os espaços encolhem, a quantidade de aparelhos eletrônicos que utilizamos aumenta cada vez mais. Há ainda quem use a sala como home-office.

Nesta busca de inspiração para organizar e incrementar sua sala, encontramos uma série de sites especializados e blogs com muitas, muitas ideias. O conceito de D.I.Y. (do it yourself) que significa "faça você mesmo” nunca esteve tão na moda. É uma alternativa para reduzir gastos com mão de obra e nada melhor do que criar um espaço com um toque todo seu. Inspirações e ideias não faltam. Hoje, de certa forma todos nos sentimos meio decoradores.

Mas planejar a decoração de uma sala pequena exige alguns cuidados para que o ambiente não fique entulhado de móveis, disfuncional ou até mesmo desagradável.

Confira algumas dicas para decorar sua sala com estilo e valorizando seu espaço:
Os espelhos, além da autocontemplação, causam efeitos interessantes. Aplicados, por exemplo, em uma parede inteira pode duplicar a amplitude do ambiente. Pode ser usado também em móveis, tetos, em diversos formatos e valorizar a luminosidade da decoração.

As cores tem poder de causar sensações. Em ambientes com pouco espaço, elas podem colaborar para que a sensação de amplitude possa tanto aumentar quanto diminuir. Para pintar as paredes de sua sala aposte em cores claras. O teto com uma cor mais clara que a das paredes, por exemplo, pode simular uma elevação do teto, já em uma cor mais escura, promoverá uma sensação de rebaixamento do teto.

A escolha e posição dos móveis são um aspecto muito importante. Opte por poucos móveis, nunca de tamanhos exagerados e posicione-os de forma que valorize o espaço. Móveis que misturam poucos materiais, baixos e com linhas retas proporcionam leveza ao ambiente.

Uma solução muito interessante para espaços pequenos é a utilização de prateleiras. Caixas para produtos horto frutícolas reformadas podem se tornar lindas prateleiras. Mas cuidado com a profundidade, para não atrapalhar na disposição de outros móveis e objetos.

Móveis multifuncionais ou móveis inteligentes são excelentes alternativas para uma sala pequena. Um bom exemplo são pufes, que podem ser usados como mesas de centro ou ficarem alojados debaixo de aparadores e quando recebemos visitas podem se transformar em assentos extras. Mesas dobráveis também são uma ótima opção.

Escolher o mesmo piso ou revestimento pode dar a impressão de área maior, de continuidade. Mudanças drásticas de um ambiente para outro pode causar a sensação de divisão e consequentemente fazer parecer menor.

Algumas outras dicas: um sofá retrátil ou reclinável garante muito mais conforto e ocupa o espaço de um sofá simples. Suporte ou painéis móveis para TV possibilitam que ela seja movida na direção desejável. Caso o ambiente tenha escadas, escolher um modelo de escadas vazadas evita divisões e pode se tornar uma peça de destaque na sala. E para as cortinas, escolha tecidos leves, lisas e sem estampas.

De qualquer forma, ouse, não tenha medo de arriscar, crie, não copie, só assim será seu!

Luciana Santos.

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Comentários

  • Carlos Rubens Neto 16-06-2016 às 16:20:24

    Excelente matéria! Parabéns Luciana ;)

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